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Pinturas

EUROPA, FRANÇA, Paris

Museu de Montmartre – Paris

Quando conheci Paris o lugar que mais queria visitar, por incrível que pareça, não era a Torre Eifel, mas sim o Montmartre. Apaixonada por arte, pela Belle Époque e por cartazes publicitários (sou formada em Publicidade) tinha certeza amaria, pois o lugar foi berço de inspiração de muitos de meus artistas preferidos.

Logo não podia deixar de visitar esse Museu, que conta a história do bairro, que viveu lá vários artistas, e que tem um acervo de quadros, cartazes, fotos, documentos e objetos dessa época tão boêmia. 

Museu de Montmartre – Paris

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O Museu Montmartre

 O Museu Montmartre fica na residência mais antiga do bairro, a Maison de Bel Air, só a propriedade já valeria a visita.

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Os prédios que compõem o Museu foram moradias e estúdios de vários artistas como, Renoir, Emile Bernard, Suzanne Valadon e seu filho Maurice Utrillo, Emile Othon Friesz, Raoul Dufy, Pierre Reverdy, o compositor Erik Satie, o escritor Leon Bloy entre outros.

montmartre

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Além da casa os jardins também podem ser visitados, e nem é tanto pela beleza, mas sim por terem sido os cenários usados por Renoir para pintar. Os jardins foram restaurados conforme seus quadros, pois lá ele fez algumas de suas principais telas, “Lê Moulin de La Galette”, “Lê Balançoire” e “Lê Jardin de La Rue Cartot”. 

renoir-la-balançoireLê Balançoire” – Renoir

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renoir-le-moulin-de-la-galetteLe Moulin de La Galette “- Renoir

Ao seu redor está a mais antiga parreira do bairro, da qual todo ano ainda são produzidas 1.000 garrafas de vinhos e a venda é destinada à caridade. O museu ainda tem uma vista para um antigo e famoso cabaré da França, o Au Lapin Agile.

Quem for visitar o museu vai ver que agora ele está reformado, e no verão os jardins ficam mais bonito. Também foi inaugurado mais dois prédios para o Museu: o antigo Hotel Demarne, casa conhecida como Rosimond (onde viveu Claude Rose, ator do grupo de Molière) que vai abrigar exposições temporárias; e o atelier, onde Susanne Valadon viveu e pintou por muitos anos com André Utter e o filho Utrillo.

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O Acervo do Museu Montmartre

As peças do Museu foram reunidas pela Associação “Lê Vieux Montmartre” e estão diretamente ligadas a história da efervescência que o bairro viveu no seu auge, quando dezenas de cabarés funcionavam. Em uma época em que o bairro ficava fora dos limites de Paris, produzia-se vinho sem imposto, tornando o local perfeito para festas e bebedeiras. Essa atmosfera é claro, reunia todo tipo de artistas na região.

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cancan-paris Sala dedicada ao Cancan.

museu-cabares Essa pintura fazia parte da decoração do Cabaré Lê Chat Noir, pintada por Adolphe Wilette, ilustrador e cartunista – “Parce Domine” – 1884

Entre as principais peças expostas estão os cartazes originais de Steinlen (Le Chat Noir), Toulouse-Lautrec (Le Divan Japonais e Le Moulin Rouge) e André Gill (Lapin Agile), além de pinturas e desenhos assinados por Modigliani, Kupka, Valadon e Utrillo.

diva-japonesa-lautrecLe Divan Japonais” – Toulouse-Lautrec, 1893

le-chat-noirCartaz criado por Alexander Steinlen para o Cabaré Le Chat Noir.

le-chat-noir-montmartreSalis é o gato mascote do Museu, seu nome é em homenagem a Rodolphe Salis, criador do cabaré Lê Chat Noir.

museus-françaSala do músico Gustave Charpentier, que foi aluno de Gustave Massenet e compôs a famosa ópera Louise.

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cabares-montmartreEssa sala é uma reprodução do bistrô “L’Abreuvoir”, local preferido de Maurice Utrillo. As peças são do café original e foram doadas ao museu.

A pintura ao fundo é de Marcel Leprin – “La Belle Cabaretière“, 1924

cartaz-lautrecBruant” (Toulouse Lautrec – 1893), conhecido como Homem do lenço vermelho e capa preta, Aristide Bruant era um cantor francês e dono do cabaré “Le Mirliton” e amigo de Lautrec.

O Piano pertencia ao cantor e compositor Paul Delmet. Este foi o primeiro piano no Montmartre usado para diversão, pois eles eram proibidos nos bares nessa época, mas este foi doado pelo diretor geral da polícia ao Cabaré Lê Chat Noir. Nesse piano também criaram suas músicas Erik Satie e Claude Debussy.

paul-delmet“Paul Delmet e seu piano”, Victor Philippe Philipsen, 1890.

victor-hugoIlustração de Jules Chéret para o lançamento do livro “Histórias de um Crime” de Victor Hugo.

Considerado o museu mais charmoso de Paris, esse passeio é com certeza a forma mais interessante de literalmente se “embrenhar” no Montmartre e suas histórias.

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INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Rua Cartot 12 – 75018p-Paris

Horário de funcionamento: diariamente das 10h às 18h

Valor: 9 euros

Site oficial: www.museedemontmartre.fr

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Toledo – Espanha

A cidade de Toledo é um passeio imperdível pra quem está em Madri, indo de ônibus fica a menos de uma hora e pode ter certeza você vai presenciar uma das mais lindas vistas panorâmicas de uma cidade medieval. No ponto mais alto da montanha e cercada pelo Rio Tejo se transformou em uma cidade fortaleza, e por isso mesmo foi cobiçada por muitos povos.

Toledo – Espanha

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Se perder nas ruelas estreitas, ou pelo menos tentar, é a parte mais divertida de caminhar pelo centro da cidade, que está repleto de lojas de jóias feitas pelo método Damasquinado e de espadas de aço.

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Na praça da prefeitura fica também o Palácio do Arcebispo e a imensa Catedral, imensa mesmo, uma das maiores, na Espanha só perde em tamanho para a Catedral de Sevilha, mas a Basílica de Toledo merece um post a parte. (Leia aqui o post sobra a Catedral de Toledo).

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“Um dos dias mais bonitos da minha vida. Toledo é como um conto de fadas (…)Uma pintura linda de El Greco em uma pequena igreja (enterro de um nobre) entre as coisas mais produtivas que vi. Um dia maravilhoso.”  Albert Einstein em seu diário -1923.

  A História de Toledo

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Toledo foi uma cidade de grande importância, foi capital do Reino Visigótico, foi tomada pelos muçulmanos e depois capital do Reino de Castela até o momento que Felipe II mudou a corte para Madri em 1561, época em que a cidade começou a entrar em decadência. Além de ser declarada pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade é chamada de a cidade das 3 culturas: Cristã, Judaica e Islâmica. 

Porta-Nova-de-BisagraPorta Nova de Bisagra

porta-do-sol-toledoPorta do Sol

Acredita-se que Toledo foi tomada pelos romanos em 220 a.C, apesar de não se ter muitos documentos dessa época, as ruínas romanas podem ser vistas por toda a cidade, nos fundamentos de um aqueduto, nas ruínas de banhos, teatros e anfiteatros, estradas e um circo que podia acomodar 13.000 pessoas além de outros inúmeros vestígios nas escavações que continuam a serem descobertas.

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 A partir do século XII Toledo foi um centro cultural, social e político de grande desenvolvimento, abrigando inclusive a Escola de Tradutores de Toledo que trouxe à Europa a tradução de livros e documentos filosóficos até então só escritos em árabe, grego e hebraico e do Talmude (livro Sagrado dos judeus).  Nesse período o Rei Afonso X o Sábio, mandou instalar até um observatório astronômico na cidade.

Nessa época as três culturas religiosas podiam ser praticadas na cidade, mas claro não por muito tempo. Então foi construída a Catedral atual, em cima da Mesquita que por sua vez tinha sido construída sobre a Catedral visigótica.

Toledo-nomes-alunosNos fundos da catedral o melhor aluno do ano tinha o direito de gravar suas iniciais com sangue de touro.

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O grande progresso da cidade se deu pela fabricação de moeda, seda e armas feita com aço, principalmente espadas. A técnica das jóias foi aprendida com os muçulmanos e é praticada até hoje.

lojas-toledo-espanha

Curiosidades e Lugares para ver em Toledo

  • Toledo chegou a ter 10 sinagogas, hoje duas ainda estão lá e podem ser visitadas, a sinagoga Santa Maria La Blanca, que hoje é um local cristão e a sinagoga de El Transito.
  •  A principal mesquita ficava onde hoje é a Catedral, ela era tão grande que abrigava todos os cidadãos masculinos muçulmanos da cidade. Hoje a mesquita mais conservada que pode ser visitada é Bab Al Mardum, conhecida como Cristo de La Luz. Várias outras igrejas católicas foram construídas nas ruínas das mesquitas mas é fácil de identificar suas origens na estrutura, como a Igreja do Salvador e Igreja de São Tomé.

Mesquita-Las-Tornerias

  • O subsolo de Toledo está sempre revelando algo, por ter sido uma cidade muito povoada em algumas épocas, onde as pessoas sempre deviam ser enterradas ao redor das igrejas. Hoje é considerada a cidade com mais corpos no subsolo de áreas comuns, que não são cemitérios.
  • Nas criptas da igreja de San André centenas de corpos foram encontrados em processo de mumificação natural.

prisao-La-hermandadAntiga prisão organizada pela Santa Hermandad, grupo que protegia as estradas dos ladrões. 

  • Magos, alquimista e feiticeiros usavam os porões para realizar experimentos, esses mesmos porões eram usados pela inquisição para punir esses homens quando descobertos.  Até hoje não se sabe ao certo quantos andar de subsolo existe nos porões da casa de El Greco.
  • El Greco morou lá, e existe um museu dedicado ao artista, o único na Espanha, em frente de onde ficava sua casa. Uma das suas principais obras, o Enterro do Conde de Orgaz (1586) se encontra na Igreja Santo Tomé, entre as pessoas da imagem está representada o próprio artista e Cervantes.

Toledo-ruas-centro

  • A Praça de Zocodover ou Praza Maior é onde antigamente se instalavam os mercados da cidade, rodeada por prédios antigos além de ser muito bonita é onde finaliza a Procissão de Corpus Christi, o evento mais importante da cidade que foi declarada em 1980 Festa de Interesse Turístico Internacional.

praça-zocodover

praça-zocodover-toledo

arco-de-la-sangreArco de La Sangre

  • Se atravessar a passagem Arco de La Sangre, um portal árabe que foi restaurado, vai ver uma estátua de Miguel de Cervantes fazendo pose.
  •  O Alcazar de Toledo é a construção no topo da cidade que pode ser vista de qualquer lugar. Ao longo da história essa fortificação teve várias funções; foi tribunal e palácio romano, prisão, Academia de Infantaria e Palácio Real. Destruído e restaurado várias vezes hoje abriga o Museu do Exército e a Biblioteca de Castilla La Mancha

Alcazar-Toledo

Toledo-vielas

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EUROPA, FRANÇA, Paris

Museu L’Orangerie – Paris

Aquele ditado “as melhores fragrâncias se encontram nos menores frascos” serve perfeitamente para descrever esse pequeno museu na Place de La Concorde. 

Museu L’Orangerie – Paris

O L’Orangerie é um museu de arte impressionista e pós-impressionista com obras de artistas como Paul Cézanne, Henri Matisse, Amadeo Modigliani, Pablo Picasso, Renoar, Soutine, Utrillo entre outros, mas as principais obras admiradas lá com certeza são os gigantes e impressionantes quadros de Claude Monet: Les Lymphéas.

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parismuseumpassFoto site: www.parismuseumpass.com

parismuseumpass3Foto site: www.parismuseumpass.com

De um lado (sentido leste) estão expostas as pintadas ao amanhecer e no outro lado (sentido oeste) as pintadas ao entardecer.

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Não sei dizer o que é mais “impressionante” nessas telas, se é apreciar o conjunto, se é olhar bem de perto ou a uma distância que se possam ver elas inteiras e ai sim entender a paisagem.  A técnica da pintura que de perto aparenta formas de borrões vão se transformando a cada passo que você dá ao se distanciar, e a iluminação sempre altera as cores que vemos nas telas.

Alias….

O termo “impressionismo” surgiu de uma critica feita pelo escritor Louis Leroy para uma obra de Monet: “Impressão, nascer do sol” de 1972:

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 “Impressão, nascer do Sol” – eu bem o sabia! Pensava eu, justamente, se estou impressionado é porque há lá uma impressão. E que liberdade, que suavidade de pincel! Um papel de parede é mais elaborado que esta cena marinha”.(Louis Leroy)

A História das Obras de Monet

Em seus últimos 30 anos, Monet usou os jardins de sua propriedade em Giverny de inspiração para pintar, principalmente sua ponte japonesa sobre um rio cheia de Ninfeias. Foram mais de 300 pinturas e cerca de 40 painéis gigantes.

Durante o inverno ele usava um estúdio e sua memória para pintar a natureza.

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Foto site: www.fondation-monet.com

Os grandes painéis Lês Nymphéas foram pintados especialmente para presentear a França num momento de guerra. Monet queria dar a oportunidade da calmaria, através da contemplação do seu jardim, uma imagem atemporal capaz de transformar o lugar em um refúgio das barbáries da época.

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Nos últimos anos de vida, Monet que já estava praticamente cego, ainda pintava os painéis baseado na ordem das cores de sua paleta, pois as colocava sempre no mesmo lugar.

A História do Museu L’Orangerie

O nome L’Orangerie foi dado ao museu porque o local abrigava uma estufa de laranjeiras nos jardins do Palácio das Tulherias, este destruído completamente por um incêndio em 1871.

Monet não só propôs as pinturas, como o local de exposição. Também orientou o projeto de reforma do Museu. A ideia era que as pessoas sentassem no meio da agitada Paris ao lado do rio Sena e percebessem o tempo passar apenas pelo correr do rio enquanto admiravam a natureza, com a iluminação natural que um teto de vidro viria a proporcionar.

O Museu abriu em 1927, um ano depois de Monet morrer, sem ver suas obras instaladas.

Outras Obras do Museu

Coleção Jean Walter e Paul Guillaume

Já não bastasse estar maravilhada até o momento, no piso inferior está uma coleção de 144 obras impressionistas e pós-impressionistas que faziam parte do acervo particular do francês Paul Guillaume.

parismuseumpass5Foto site: www.parismuseumpass.com

Paul Guillaume colecionava e comercializa arte, além de se ocupar apresentando artistas para fontes de interesse, foi o primeiro colecionador de arte africana de Paris.

A historia da coleção é bem tumultuada, envolve a morte prematura de Paul, sua esposa sendo acusada de assassinato, a adoção de uma criança para que a coleção ficasse em legítima posse da viúva, que casou com um cliente rico de Paul, Jean Walter, que também dá nome à coleção, e acabou sendo acusado de assassinato do próprio filho.

Ainda há o boato que a viúva foi inocentada das acusações pela doação da coleção ao estado.

Algumas das principais obras expostas:

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Jeunes Filles au Piano- Renoir e Arlequin à La Guitare- Andre Derain

Argenteuil -claude monet

Argenteuil -Claude Monet

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 Rue du Mont Cenis – Utrillo

Paul-Guillaume- Novo-Pilota -modigliani

Paul Guillaume, Novo Pilota – Modigliani

  Mulher-com-tamborim-picasso

Mulher com Tamborim- Picasso

O museu ainda é rodeado por um belo jardim onde se pode contemplar esculturas de Auguste Rodin ao ar livre.

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O Beijo – Rodin

parismuseumpass4Foto site: www.parismuseumpass.com

INFORMAÇÕES ÚTEIS:

Jardin des Tuileries 75001, Paris

Vende bilhetes conjugados para: Museu L’Orangeire + Museu D’Orsay/Museu L’Orangeire + Giverne.

Metro: Concorde 1, 8, 12

Horário de funcionamento: 9h ás 18h

Aberto diariamente exceto terça-feira, 01 de maio, julho 14 e 25 de Dezembro de manhã. Entrada gratuita no primeiro Domingo do mês.

Site oficial:  www.musee-orangerie.fr

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