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AMÉRICA DO SUL, BRASIL, Paraná

Cataratas do Iguaçu – Foz do Iguaçu

Visitar as Cataratas do Iguaçu é algo indispensável para qualquer viajante, ainda mais nós brasileiros que podemos desfrutar mais facilmente dessa paisagem que leva um título tão importante. As Cataratas fazem parte da lista das 7 Maravilhas Naturais do Mundo desde 2011, quando foi escolhida dentre 400 atrativos naturais que participaram da votação organizado pela fundação suíça New Seven Wonder, logo não precisamos nem explicar muito porque você deve visitar o Parque.

Cataratas do Iguaçu – Foz do Iguaçu

Para conservar o maior remanescente de floresta Atlântica do Sul do Brasil, em 1939 foi criado o Parque Nacional do Iguaçu. Fica na fronteira do Brasil (Foz do Iguaçu) e da Argentina (Puerto Iguazú) sendo dirigida pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e tem uma área protegida de 1.697 Km² junto de florestas primitivas. 

Dentro do Parque são em torno de 150 a 300 saltos, variando de acordo com a vazão do rio e medindo de 40 a 82 metros de altura que escoam cerca de um milhão e meio de litros de água por segundo. Este volume vai de 500 mil litros de água na estiagem até 6,5 milhões de litros nas cheias. O lado brasileiro tem as 3 maiores quedas e o lado argentino os 16 maiores.

O parque recebe mais de dois milhões de visitantes por ano.

As plataformas que aparecem no fundo da foto são as do lado argentino.

Instituída como Sítio do Patrimônio Mundial Natural pela UNESCO em 1986 o passeio pelas Cataratas podem ser feitos pelo lado brasileiro ou argentino. Todas as vezes que fomos fizemos pelo lado brasileiro.

O Parque Nacional do Iguaçu

O início do passeio é no Centro de Recepção de Visitantes com embarque em ônibus panorâmicos que levam ao interior do parque em uma estrada com cerca de 10km. 

As estradas para o parque são fechadas se alguma onça for vista pela região, e só são reabertas quando o animal for atraído para a mata, enquanto isso ninguém entra e ninguém sai do Parque. 

Depois segue-se uma trilha a pé, com escadas, rampas e mirantes para as quedas, chegando até a passarela conhecida como “Garganta do Diabo” que nos aproxima muito das Cataratas.

Mirante no caminho das quedas.

Essa plataforma fica em cima de uma fenda profunda provocada por erosão com quase 85 metros de altura em formato de ferradura. Normalmente é essa a parte do passeio em que todos ficam encharcados, mas faz parte, tomar um banho com a força das águas das Cataratas é tipo lavar a alma mesmo.

Passarela Garganta do Diabo.

As capas de chuva não adiantaram de nada, mas olha nossa capa para câmera improvisada(era uma sacola de mercado), 

É muita água minha gente!

A passarela Garganta do Diabo vista de cima.

Para chegar até o topo das Cataratas é preciso subir escadas ou pegar o elevador panorâmico, que sempre tem muita fila.

Elevador.

Mirante bem pertinho da queda, impossível ficar seca, mas em algumas épocas do ano a queda d’água é bem fraca.

Lá em cima pode-se ter outra visão da imensidade das águas que desembocam ali. Nessa parte do Parque também fica uma praça de alimentação onde muitos animais tentam ter contato com as pessoas para ganhar comida (Mas claro, não se deve alimenta-los).

Rio indo em direção às quedas.

O Parque Iguaçu possui toda infraestrutura, como estacionamento, ambulatório, guichês de bancos, restaurantes e lanchonetes, banheiros, fraldários, lojinhas, além de hotéis dentro do próprio Parque.

Hotel 5* dentro do Parque.

Curiosidade:

– Parque Nacional do Iguazú (Argentina) – criado em 1934 com área de 67.620 hectares. Declarado pela Unesco Patrimônio Natural da Humanidade em 1984.

– Parque Nacional do Iguaçu (Brasil) – criado em 1939 com área de 158.262,2 hectares. Declarado pela Unesco Patrimônio Natural da Humanidade em 1986.

Atrativos do Parque Nacional Iguaçu

Além das espetaculares quedas d’água o Parque ainda oferece outros atrativos e atividades como: Centro de visitantes com um mini museu, passeio de helicóptero, passeio de barco, trilha do Poço Preto, trilha das Bananeiras e o Macuco Safari, esse que leva os turistas em um bote bem próximos das quedas.

Dicas: Compre o ingresso antecipado pela internet, as filas para o parque são sempre imensas, mesmo para quem já tem o ingresso antecipado. Não esqueça de levar chapéu e protetor solar, boa parte da fila fica sem cobertura e a região é muito quente.

Visite também em Foz do Iguaçu: Parque das Aves, Templo Budista, Usina Hidrelétrica Itaipú, Marco das Três Fronteiras, e deixe um dia para fazer compras no Paraguai. 

Informações Úteis:

Site oficial: http://www.cataratasdoiguacu.com.br/

Valores: Adultos R$37,00, Crianças de 2 a 11 anos e Idosos R$10,00

Visitantes estrangeiros pagam valores diferentes – consulte o site

Horários: Aberto diariamente das 9hs às 17hs.

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1 de setembro de 2014
AMÉRICA DO SUL, BRASIL, Rio Grande do Sul

São Miguel das Missões – RS

No interior do Rio Grande do Sul encontram-se as Ruínas Jesuítas de São Miguel das Missões. É muito interessante saber que no Brasil existem locais com patrimônios tão importantes da nossa história conservados para visitação.

Ruínas Jesuítas de São Miguel das Missões – RS

História das Ruínas de São Miguel das Missões

O Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo, faz parte dos “Sete povos das Missões”, que é formado pelas ruínas de: São Lourenço Mártir, São João Batista, São Nicolau, São Borja, São Luís Gonzaga, Santo Ângelo e São Miguel.

Não vou me deter na história, mas é importante citar que o local era comandado pelos padres jesuítas em 1687 no programa de evangelizar o agrupamento de índios. O território que era de domínio espanhol corresponde ao extremo noroeste do Rio Grande do Sul, parte da Argentina e do Paraguai.

A região chegou a ter 7.400 moradores, sendo até 5 famílias guaranis em cada casa e a administração era feita pelos caciques e padres que formavam o “Cabildo”, algo como uma Câmara de Vereadores dos dias atuais.

A construção da Igreja foi projetada pelo italiano João Batista Primolli e teve seu início em 1735 com mais de 100 guaranis trabalhando nela e levou 10 anos para ficar pronta. Apenas uma de suas torres foi concluída e até hoje tem resistido aos invasores, as tempestades, incêndio e intervenções humanas. A outra torre serviria para um observatório astronômico, caso tivesse sido concluída. Toda a Catedral foi feita de pedra grês.

Envolvida em disputa política e territorial entre Portugal e Espanha, a região acabou sendo o centro da guerra Guaranítica onde foi incendiada e despovoada. Ela ainda tentou sobreviver sem os jesuítas, mas não teve sucesso. Já em 1928 após um grande saque nas igrejas dos “Sete povos das Missões” aonde levaram 60 carretas de objetos e obras sacras, os índios se dispersaram, ficando assim totalmente abandonada.

Com este período de abandono, o matagal tomou conta e o telhado foi arruinado desabando em 1886. Foi atingido por um raio e muitas de suas pedras retiradas para usarem em outros locais, além da lenda do tesouro dos jesuítas que fez com que as pessoas quebrassem pedaços das paredes para procurá-lo.

Mais tarde se iniciou as intervenções de restauros e foi encontrado nas escavações um complexo sistema hídrico subterrâneo, recuperado pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 1993. Além de aparecer vestígios de capelas, fornos de pão e senzalas.

As Ruínas Jesuítas -Sítio Arqueológico

 A visita é no que resta da Catedral de São Miguel Arcanjo, com uma fachada de 30 metros de altura, arcadas inspiradas nas construções romanas e colunas coríntias. Confesso que somente pessoalmente estando lá se vê a grandeza do local.

De todos os sítios arqueológicos o que se encontra em São Miguel das Missões é a área mais conservada e foi tombada pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1938, declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO em 1983 e em 2015 recebeu também do IPHAN, o estatuto de Patrimônio Cultural Brasileiro pelas suas associações com a história e a espiritualidade Guarani.

O sítio de São Miguel possui 37 hectares protegidos por Legislação Federal. Localiza-se quase na fronteira do Rio Grande do Sul com a Argentina. Pelo tempo que tínhamos escolhemos visitar apenas as ruínas da cidade de São Miguel.

Na recepção pode-se ver a planta (maquete) de como era originalmente as construções, com o colégio, a casa dos padres, o cemitério e a Catedral. Como na região ainda residem muitos índios, é comum estarem nas entradas vendendo seus próprios artesanatos.

Curiosidade: O interior da igreja foi representado na cédula de 5000 cruzeiros de reais em 1993, fazendo referências a cultura do Rio Grande do Sul, juntamente com outros itens.

Museu das Missões

O Museu Lúcio Costa tem o maior acervo brasileiro de imagens sacras feitas pelos índios Guaranis e fica dentro do espaço arqueológico, além de possuir o sino da Catedral. Mas infelizmente após um temporal muito grande que ocorreu recentemente está fechado para reforma e manutenção das obras.

Conseguimos ver algumas peças que estão expostas em uma pequena sala ao lado da recepção. São esculturas sacras em madeira policromada em estilo barroco dos índios.

Espetáculo Som e Luz 

O espetáculo que acontece a noite narra a história do lugar, tendo como palco as ruínas, com muita iluminação e vozes (incluindo a de Fernanda Montenegro, Lima Duarte e outros artistas brasileiros), história que realmente prende a nossa atenção por 46 minutos.

A plateia fica em uma espécie de arquibancada e com ou sem chuva é apresentado diariamente. A noite estava com lua cheia, o que deixou ainda mais linda as imagens. Em alguns momentos temos a nítida impressão que o ambiente está sendo tomado por espanhóis e índios.

Dicas:

– Fizemos o passeio sem guia. O ingresso vale para o dia todo, é possível sair e voltar ao parque. – O filme “A Missão”, de 1986, estrelado por Robert De Niro e Jeremy Irons, tratava sobre estas Missões.

– O ingresso para o espetáculo Som e Luz é comprado separado e custa R$ 15,00 (inteira) e R$ 7,00 (meia).

– Lembrem de dar uma passada também na “Fonte Missioneira” e “Ponto da Memória Missioneira”.

– Tentem colocar mais lugares na rota como fizemos com Ametista do Sul, pois realmente é longe, mesmo pra quem é de Santa Catarina. (leia o post de Ametista do Sul aqui)

– Para quem acredita tem muita energia no local, parece uma viagem no tempo.

Informações Úteis:

Site oficial: www.portaldasmissoes.com.br

Valor: Ruínas R$ 5,00 (inteira) e R$ 2,50 (meia).

Horários: Aberto de Terça-feira a Domingo das 9hs às 12hs e 14hs às 18hs. Em horário de verão aberto até às 20hs.

Onde se hospedar: Ficamos no hotel bem próximos das ruínas, o Tenondé Park Hotel, assim podemos se locomover a pé para o parque. Site: www.tenonde.com.br

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AMÉRICA DO NORTE, ESTADOS UNIDOS

Grand Canyon – EUA

Fazer um bate e volta de Las Vegas ao Grand Canyon era uma grande dúvida. Dá tempo em um dia? Vale a pena? E se dormir no caminho? Melhor ir de helicóptero? No post explico isso tudo, mas já adianto: nenhuma foto demonstra a magnitude do lugar!

Grand Canyon – EUA

O Grand Canyon fica localizado no Arizona, nos Estados Unidos. É uma formação rochosa que ao longo de mais de 2 bilhões de anos o Rio Colorado foi ‘cortando’ e transformou no que vemos hoje, vários canais. Hoje existe o enorme Parque Internacional do Grand Canyon, com uma área de 446 km de comprimento totalmente cuidada pelos índios. Toda a renda adquirida na entrada, no restaurante, na lojinha, em TODO o comércio, é para os índios – que inclusive não precisam pagar imposto ao governo americano.

É possível visitar vários ‘lados’ do Grand Canyon. South Rim, North Rim e West Rim. E foi aqui que eu fiquei confusa quando tentava programar o passeio. Só tínhamos um dia disponível e tínhamos carro alugado, então não fazia sentido pagar uma excursão ou até mesmo o preço salgado do passeio de helicóptero.
A opção mais viável para quem está nessas condições é certamente ir até WEST RIM que fica a 195 km de Las Vegas e dá um pouco mais de 2 horas de viagem, com uma paisagem incrível praticamente só de deserto. Tínhamos a rota impressa caso o GPS achasse legal nos mandar para o deserto adentro sem posto de gasolina ou hotéis próximos, mas o GPS foi fiel e a sinalização é eficaz.

Em 1988 os Índios Hualapai passavam por dificuldades e resolveram abrir suas terras a visitantes sabendo do potencial turístico do local, assim criaram o Grand Canyon West.

Já que o trajeto Las Vegas/West Rim é relativamente perto, aproveitamos fazer uma parada no caminho na famosa represa ‘Roover Dam’. A represa faz divisa entre os estados Nevada e Arizona.

Chegando a Reserva Americana de Índios Hualapai compramos o ingresso Gold que dá acesso a entrada+almoço+Skywalk (aquela passarela suspensa com o chão todo de vidro).

Grand Canyon – West Rim

Ponto Inicial
Aqui já tem lojinha climatizada, banheiros, venda de ingresso – tudo muito organizado pelos Índios – e o início do tour de ônibus pela reserva com 3 paradas: Hualapai Ranch, Skywalk / Eagle Point e Guano Point. São vários ônibus climatizados fazendo constantemente esses trajetos, você pode ir e voltar para cada ponto quantas vezes quiser. Inclusive em todas as paradas tem lojinhas, banheiros e local para almoço.

Primeira Parada – Skywalk / Eagle Point

Em 2007 foi construída essa passarela – a Skywalk – em forma de U com o chão todo em vidro justamente para aumentar o chamariz turístico. O slogan do local não mente: “Caminhe entre as nuvens”. Se dá medo?? Dáá, mas vale muito a pena.

Skywalk ali no cantinho

Mesmo com o ingresso comprado a fila é enorme, tem que ter paciência. Durante a fila começa a preparação para o dia de modelo. Não entendeu? Eu explico! É proibido levar câmera ou celulares porque lá tem uns 4 fotógrafos profissionais, então suas câmeras já ficam em um guarda volume. Na sequência, você é orientado a colocar protetores de pé e aí então começa o desfile na passarela, com um fotografo específico para cada grupo fazendo um verdadeiro BOOK em todas as poses possíveis, relembrando agora parece hilário hahaahah mas novamente, vale a pena. Claro que no final você se obriga a comprar um dos registros. 

A Skywalk fica a 1220 metros acima do rio e com total vista do Eagle Point, que é uma linda formação rochosa em formato de águia. Essa você pode fotografar com calma depois de sair da passarela e em seguida fazer um passeio pela recriação de uma Vila nativa dos índios.

Recriação de uma Vila Indígena

Segunda Parada – Hualapai Ranch

Mesmo a Skywalk e o Hualapai Ranch ficarem mais distantes, resolvemos ir até lá para almoçar, já que no mapa indicava que lá está uma recriação das casas do ‘Velho Oeste’, mas depois de visitar a Calico Ghost Town (leia o post aqui), esse passeio ficou bem sem graça.


Foi uma visita rápida. O almoço com bebida estava incluído no ingresso Gold que compramos  – uma espécie de buffet americano, daqueles que você pode escolher entre umas 5 opções de comida – e o restaurante estava relativamente vazio.
Em Hualapai Ranch é possível pernoitar reservando cabanas.

Terceira Parada – Guano Point

A formação rochosa da Águia é linda, mas a vista que se tem aqui em Guano Point foi o que me fez perceber que estava mesmo no Grand Canyon. O rio fazendo seu curso e demarcando as rochas é uma visão inesquecível.
Aqui é possível ver o pedacinho de uma antiga estrutura da Mina Guano.

Dicas:
– Chegando de carro a West Rim ainda é possível fazer o passeio de helicóptero com a opção de desembarcar lá dentro do Canyon e fazer um passeio de barco pelo Rio Colorado com comida incluída ou para quem desejar ainda podem fazer rafting.
– Importante!!! Não há nenhuma segurança entre o limite do chão e o precipício, nem uma cordinha sequer. Por todo o passeio há placas indicando que o parque não se responsabiliza por acidentes. Vale a pena ter um cuidado redobrado e não chegar próximo ao limite.

Informações Úteis:

Site de informações: www.grandcanyonwest.com
Site oficial: www.nps.gov/grca/index.htm

Valor:
Entrada $46,95
Entrada+almoço+Skywalk $71,38

Para saber mais sobre os índios Hualapaiwww.hualapai-nsn.gov

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