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Jardins

Barcelona, ESPANHA, EUROPA

Park Güell – Barcelona

Entre tantas obras que Gaudí deixou por Barcelona, um local que você não pode deixar de visitar é o Parque Güell. Além de ser um dos pontos turísticos mais visitados da cidade também é Patrimônio da Humanidade. São tantos mosaicos, cores e detalhes que é possível sentir a paixão que Gaudí tinha por Barcelona e pela natureza.

Park Güell – Barcelona

Um empresário de Barcelona chamado Eusebi Güell, decidiu ser o patrocinador de uma grande ideia em seu terreno de aproximadamente 200 mil m², ou seja, quase 50 campos de futebol, lá na região de Gráciaem. Ele então chamou os arquitetos Antoni Gaudí e Joan Martorell para que se criassem o que chamamos hoje de condomínio particular, com casas, praças, mercado, etc.

Gaudí então no auge da moderna Art Nouveau na Catalunha iniciou algo inovador para a burguesia, utilizando as formas da natureza com vista para o mar, caminhos, diversas plantas locais e importadas, além de criar a própria capacitação de água.

A obra iniciou rapidamente com o Palácio Guell. Gaudí mudou em 1906 para lá com seu pai e sua sobrinha. A ideia era que todos os terrenos fossem ocupados, mas devido a disposição, a distância do centro e a dificuldade de se chegar até lá, tornou inviável a continuação do projeto em 1914. Dos 60 lotes que deveriam ter casas, só 2 foram feitos.

Futuramente os herdeiros de Güell venderam o local para a prefeitura criar um Parque Municipal, aonde a casa da família de Güell tornou-se uma escola pública.

Em 1963 os amigos da Casa de Gaudí conseguiram abrir a casa para visitação, que agora é Museu.

Em 1969 foi reconhecido como um monumento artístico e em 1984 o Parque foi declarado Patrimônio Mundial pela UNESCO.

O que ver no Parque Güell

A entrada Principal: O Parque é cercado de um muro de pedras rústicas com medalhões de cerâmica com o nome do Park Güell. Portões de ferro se abrem para as duas construções que “dizem” terem sido inspiradas no conto de “Hansel e Gretel” – João e Maria.

Hoje a casa que seria das crianças serve de portaria, administração e manutenção do Parque, a outra casa, que seria a da Bruxa da história, é a sede MUHBA (Museu de História de Barcelona).

 

Obs: o parque tem entradas laterais também.

Os Passos do Dragão: É uma escadaria que se abre em duas e ladeadas por construções em mosaicos e bem ao centro está o dragão ou salamandra a qual é o símbolo do Parque, inclusive esta é uma das esculturas mais procuradas no parque. No final da escadaria tem a Sala Hipostila.

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Salão Hipostila: Era para ser o mercado do local, com 100 colunas, com arcos ondulados abertos ao contrário e decorados, além das rosetas no teto onde Gaudí teve a colaboração de seu amigo Josep Maria Jujol. Já naquela época desenvolveram um sistema para recolher a água da chuva e escoar para uma cisterna subterrânea. No meio do salão tem espaços abertos que dá para ver as 3 naves.

Praça da Natureza: Fica em cima da Sala Hipostila e seria o espaço para grandes eventos ao ar livre. Ele foi inspirado nos teatros gregos e seu ponto principal são os bancos curvos com mosaicos, também desenhados por Josep M. Jujol e muito disputado para fotos.

No dia da nossa visita o parque estava bem vazio (tivemos sorte), porém, o tempo estava bem fechado e não conseguimos ter uma vista bonita da cidade, quando o tempo está bom é possível ver até o mar.

Os Viadutos: No parque todo existem viadutos com estilos bem diferentes além do Algaborro em forma de onda. Tem um romântico (das Jardineiras), um gótico (dos Museus) e um barroco (da Alfarrobeira).

Viaduto do Algarrobo: É uma grande onda com colunas inclinadas duplamente. Uns dizem que parecem as contas do rosário já que as pedras são arredondadas. Em uma parte está o Pórtico da Lavadeira, esculpida nas pedras a imagem de uma lavandeira, outros já dizem que se parece com uma estátua egípcia.

Jardins Áustria: Quando se tornou parque público, era um espaço de creche municipal. O nome vem da doação de árvores deste país na exposição “Viena para Barcelona”, realizada em 1977. O jardim tem uma vista linda das duas casas, uma sendo a Casa Museu Gaudí.

Viaduto das Jardineiras: Dentro de todo o parque há 3 viadutos com 5m de largura suspensos com colunas inclinadas e ornado com muitas plantas. A intenção na época era que os moradores utilizassem para se proteger da chuva e do sol facilitando o caminho para as carruagens.

Curiosidades e Observações:

– Devido ao horário (final da tarde) não conseguimos visitar a Casa de Gaudí que já estava fechada. Para visitar a casa é pago um ingresso separado (VER VALOR). Também não subimos até o “calvário” que fica na parte mais alta do parque.

– Além de toda essa área do Parque que é possível visitar com o ingresso, há também uma grande extensão de área aberta aos moradores, aonde vimos muitas pessoas fazendo caminhadas e alguns vendedores ambulantes.

– A técnica utilizada nos mosaicos chama-se trencadís, feito com azulejos na época trazidos de Valência. Diz-se que Gaudí orientava os trabalhadores a recolher pedaços de cerâmicas e vidros pelo caminho para serem utilizados também.

– Além da entrada principal na Carrer de Larrard o parque ainda conta com mais duas entradas, uma onde os ônibus de turismos estacionam na Carretera del Carmel e outra na Passatge de Sant Josep de la Muntanya que pode-se chegar subindo por uma escada rolante.

Informações Úteis:

Site oficial: www.parkguell.cat

Horários:

30 outubro – 26 março: 8:30-18:15 (última entrada às 17:30);

27 março – 1 maio: 8:00-20:30 (última entrada às 19:30);

2 maio – 28 agosto: 8:00-21:30 (última entrada às 20:30);

29 agosto – 29 outubro: 8:00-20:30 (última entrada às 19:30).

Valor:

Entrada geral € 7. Crianças de 0 a 6 anos € 0. Crianças dos 7 aos 12 anos € 4,90. Mais de 65 anos € 4,90.

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Museu Rodin – Paris

Paris e seus inúmeros museus, como escolher quais visitar se não tem tempo para todos? O Museu Rodin estava na nossa lista porque meu esposo repetia: precisamos ver ao vivo “A Porta do Inferno”. Marido artista, quase arquiteto, designer, escultor, desenhista, professor… eu que fico na vantagem da aula particular sobre as esculturas, como foram feitas, de que lado veio as pinceladas, o ano que foi terminado, etc. Claro que inúmeras vezes eu precisei “arrancar” ele da frente das obras. Mas assim como ele, me emocionei com tantos detalhes deste museu.

Museu Rodin – Paris

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Construído entre 1728 e 1730 pelo Marechal Biron, o prédio servia de hotel. Após sua morte seria demolido, porém artistas que já utilizavam o espaço para exposições não deixaram ocorrer a demolição e apoiaram o Estado Francês quando este comprou o local e assim Rodin pode usá-lo para criar um Museu de Artes. A antiga construção poderia receber admiradores, colecionadores, jornalistas e comerciantes. Através de doações finalmente se concretizou este desejo e Rodin começou a colocar suas obras até mesmo nos jardins. Infelizmente só foi inaugurado após sua morte, em agosto de 1919.

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Atualmente, entre as 18 galerias e o jardim, estão expostos 600 objetos de uma coleção de 30 mil obras. O museu foi reaberto em 2015 após uma reforma de 3 anos que custou 16 milhões de euros financiadas pelo Estado Francês e pelo próprio Museu, já que é o único museu francês auto financiado. Manteve-se o chão e foram substituídas as portas e janelas por cópias das originais.

Mas quem foi Rodin?

Para conhecermos o Museu Rodin em Paris precisamos ter um breve conhecimento de quem foi Auguste Rodin. Ele nasceu em 12 de novembro de 1840 em Paris, começou a desenhar com 10 anos e já nos seus 14 anos começou estudar na Escola Imperial Especial de Desenho e Matemática. Tentou sem sucesso, por três vezes entrar para escola de esculturas na Escola de Belas Artes de Paris.

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Eva (1882) e sua sensualidade tímida.

Por um longo período para ajudar sua família financeiramente, ele fez objetos decorativos e enfeites arquitetônicos. Em 1844 Rodin conheceu Rose Beuret, que foi sua companheira e inspiração para seu retrato “Mignon”.

Com toda a crise que existia na época, para poder sustentar sua companheira e seu filho, fazia decorações de telhados e escadas, até ser convidado para ir para a Bélgica, onde ficou por 7 anos trabalhando e estudando.

Conseguiu ainda em vida ser considerado um dos escultores mais notáveis de seu tempo. O Realismo e o Impressionismo de Rodin sempre esteve envolvido com outros pintores e escultores, o que proporcionou além das obras deste Museu, ter feito exposições em vários países e receber várias honrarias e títulos, sendo na França ou em outros países.

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Apenas em Janeiro de 1917 Rodin se casa com Rose, porém, em fevereiro ela vem a falecer. E já em 17 de novembro do mesmo ano, Rodin falece e é enterrado com Rose. A obra “O Pensador” está colocada sobre o túmulo deles.

o-pensadorO Pensador nos jardins do Museu Rodin.

As Obras de Camille Claudel no Museu

Ainda antes de conhecer sua esposa Rose, Rodin conheceu Camille Athanaïse Cécile Cerveaux ProsperCamille Claudel em 1883 , mas pouco se tem na história sobre este momento. Foi sua aluna, assistente, amante e musa. Os trabalhos de ambos algumas vezes eram confundidos, no que acreditam que Camille queria se apropriar dos trabalhos de Rodin. Teve um fim trágico em manicômios e muitas de suas obras podem ser vistas neste Museu. 

O Jardim do Museu Rodin

Em 1880 a França solicitou a Rodin um projeto para uma porta ao então futuro Museu das Artes Decorativas. Inspirado pela Divina Comédia de Dante, surgi a “Porta do Inferno”. (para minha surpresa está a céu aberto, a esquerda logo que se entra na parte externa do museu). Camille Claudel foi assistente de Rodin nesta obra que é uma das mais importantes.

rodin-porta-do-infernoA Porta do Inferno.

Além de vermos em cima da Porta do Inferno, bem em sua frente nos jardins, encontra-se “Os Três Sombras”. Rodin estudou muito sobre sombras e usou traços de sua influência com Michelangelo nesta obra.

rodin-os-tres-sombrasOs Três Sombras.

rodin-esculturasMonumento a Victor Hugo (1987), inicialmente feita em gesso.

Em um local inusitado está “Ugolino e Seus Filhos”, também baseado na obra de Dante, somente 20 anos depois de ter feito a Porta do Inferno Rodin criou esta parte da história, onde Ugolino devora seus filhos mortos e assim é condenado.

paris-rodin

As Principais Obras do Museu Rodin

Inspirado na história de Paolo e Francesca, narrada por Dante, Rodin fez o casal se abraçando, ou seja, “O Beijo”. Outro lugar onde pode-se ver uma escultura “O Beijo”em Paris é bem em frente ao Museu L’Orangerie. (Leia aqui o post do Museu L’Orangerie).

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Em outro ambiente está “São João Batista”. A inspiração foi em um fazendeiro, demonstrando apenas através do gesto da mão e seu semblante, já que está sem as vestes, marca de Rodin.

esculturas-rodinEstudo do Manto de BalzacSão João Batista.

Algo que me surpreendeu foi o “Estudo do Manto de Balzac”. Rodin estudou como usar o tecido cobrindo partes de suas esculturas, e vendo que era difícil transformar na textura exata, fez um molde e gostando do resultado, o expôs. 

Além de suas próprias obras no museu é possível ver a coleção pessoal de Rodin e pinturas de outros artistas, como Monet e Van Gogh. 

van-gogh-parisObras de Rodin e Pintura de Van Gogh-“Père Tanguy”.

Dentre tantas obras, inclusive as de Camille Claudel, fica difícil dizer a que mais chama a atenção, seja pelo estudo das proporções, ou em como surge a escultura diante da pedra bruta, pelos locais onde ficam expostos (na primavera os jardins devem ser lindo), e a sensação de estar muito perto das obras.

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Informações Úteis:

79 Rue de Varenne, 75007 Paris, França

Metro : Varenne (linha 13) ou Invalides (linha 13, linha 8)

Horários: De Terça a Domingo 10hs às 5:45. Entrada permitida até às 5:15.

Valor: Museu e Jardins – 10 Euros. Ticket combinado com Museu Meudon: 13 Euros. 

Site oficialwww.musee-rodin.fr

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EUROPA, FRANÇA, Versailles

Petit Trianon – Versailles

Não tem como falar no Petit Trianon sem vir imediatamente na memória a figura de Maria Antônia Josefa Johanna Von Habsburg-Lothringen, mais conhecida apenas como Maria Antonieta. Ícone da sua época é vista de várias maneiras diferentes, seja positiva ou negativa, arrogante, insensata, admirada, mártir, fútil ou ingênua.

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O fato é que soube viver a sua maneira em um espaço longe da corte (apenas uns 2 km, mas deveria ser uma boa distância para época). E que espaço único. Fácil de chegar, pequeno para visitar e lindo de se ver.

Petit Trianon – Versailles

A História do Petit Trianon

No século XVIII, os domínios de Versailles tiveram mais uma obra encomendada por Luis XV, no antigo Jardim Botânico foi construído o Petit Trianon para Madame de Pompadour.               

petit-trianon

Porém, ela faleceu em 1764 e a obra só foi concluída em 1768. Já a nova favorita do Rei, Madame du Barry foi quem participou da inauguração e usufruiu até 1774, quando Luis XV faleceu e então ela teve que se retirar do Palácio. O então novo Rei Luis XVI o deu de presente para sua esposa: Maria Antonieta. 

O Petit Trianon foi criado em estilo grego pelo arquiteto Ange-Jaques Gabriel, o mesmo que fez a Praça da Concorde e a Escola Militar em Paris. Construído em três pisos com planta de forma quadrada, totalmente dedicado as flores, possui amplos ambientes como: recepção, apartamentos da Rainhae do Rei, apartamentos dos convidados,  mezanino, sótão, além de jardim francês e inglês que foram projetados por Le Nôtre. Infelizmente nem todos ambientes estavam abertos para visitação. 

petit-trianon-jardim-exterior

Passou por restaurações na Monarquia de Julho pela Rainha Marie-Louise e no Segundo Império pela imperatriz Eugénia de Montijo. Somente em 2006 o “Domínio de Versailles” incluiu o Petit Trianon e a Aldeia e assim foram abertos para visitação. Passou por nova restauração em 2008 pelo Ministério da Cultura e da Comunicação.

Tem-se até hoje a magia e a história lembrada quando Maria Antonieta ganha este espaço para ser seu retiro particular aonde só residiam mulheres e os demais só entravam após serem convidados por ela, inclusive o Rei. Assim, dizia que tinha uma vida simples, longe da corte e podia expor sua liberdade de vida pessoal na época contrariando o protocolo da Corte. No filme Maria Antonieta de Sofia Coppola essa parte da vida da Rainha é bem retratada, sendo a mais tranquila de seu reinado.

petit-trianon-jardins

Apenas após a Revolução os mais próximos de Napoleão como sua irmã Pauline de Bonaparte, a Imperatriz Marie-Louise, a duquesa de Orleães e a Imperatriz Eugénia de Montijo esposa de Napoleão III, residiram ali.                   

Visita no Petit Trianon 

Entrei pela frente do Petit Trianon que logo após a parte de apresentação do ticket, me deparei com este jardim interno. 

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Sala dos Guardas

Essa sala já foi uma Biblioteca de botânica e depois se tornou a Sala dos Guardas.  Com a reforma de 2008, tornou-se uma das entradas do Trianon. Nela estão expostas grandes pinturas e o carrinho do filho mais velho de Maria Antonieta, o Delfim da França.

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A Escada de Honra

Já no hall de entrada há uma escadaria feita de ferro forjado em dourado onde percebe-se detalhes como a Flor de Lis, símbolo da monarquia francesa e as iniciais “MA”, que substituiriam Luis XV.

petit-trianon-interior

Cozinha

A cozinha do Petit Trianon é bem rústica, mais escura do que os demais cômodos. Este ambiente que se chega por uma galeria, a partir de 1770 tornou-se o local apenas para esquentar a comida que vinha pronta de outra parte do Domínio, para amenizar o barulho e o cheiro na cozinha, já que o local é modestamente pequeno.

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Sala de bilhar

Este ambiente já foi a piscina de Luis XV, mas nas remodelações de Maria Antonieta em 1784 foi transformado em uma sala de bilhar com uma enorme mesa e decorado com pinturas e busto sobre a lareira. 

Sala das louças

Um pequeno espaço com armários onde estão expostas algumas louças utilizadas que sobraram da época de sua residência ali, bem como porcelanas finas e talheres.

No primeiro andar:

Grande Sala de Jantar

Esta é a entrada para Grande Sala de Jantar. Também decorada com o tema natureza e um grande espelho com ramos de videira. O primeiro jantar de Luis XV foi em setembro de 1769 e o último jantar de Maria Antonieta com o Rei neste local foi em 24 de julho de 1788.

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Salão de Jogos

Maria Antonieta encontrava-se com seus amigos nesta sala para ouvir música e jogar. A harpa foi criada por Naderman, famoso harpista e compositor francês.

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Boudoir / Gabinete dos Espelhos Movediços

Em 1776 o engenheiro Jean-Tobie Mercklein com um engenhoso mecanismo fez para Maria Antonieta no local de uma escadaria espelhos que podiam ser movidos para cima ou para baixo, dando ao ambiente um espaço totalmente diferente e privado, cobrindo as janelas e usando-as como espelhos. Assim, ela tinha sua privacidade e podia acessar seus jardins independente de contatos com os demais.

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Quarto da Rainha

O desejo de porto seguro na visão bucólica de Maria Antonieta se dá nesta parte do domínio e fica evidente através de seu pequeno quarto pessoal. Como toda a decoração, segue com detalhes de flores e plantas. O marceneiro Georges Jacob elaborou o ambiente com cama, mesa, poltronas, cadeiras, banquinhos, lareira e um assento sanitário, além da tapeçaria. Dos móveis vendidos do Petit Trianon a cama original nunca foi encontrada.

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No século XIX, o quarto é ocupado por Pauline Borghese, irmã de Napoleão e depois por Marie-Louise.

O Banheiro

A casa de banho não estava aberta a visitação, apenas a pequena antecâmara ou gabinete sanitário.

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Devido ao horário não visitei a Aldeia e demais dependências, mas tenho certeza que retornarei um dia.

No fundo, o Templo do Amor, que podia ser visto dos aposento de Maria Antonieta. O Templo foi erguido por Richard Mique em 1778 em estilo neoclássico todo feito em mármore.

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Como visitar o Petit Trianon

A melhor forma de conhecer Versailles é passar um dia todo lá, assim dá para visitar também o Grande Palácio, os imensos Jardins, o Grand Trianon e a Fazenda de Maria Antonieta. Para chegar ao Petit Trianon é possível ir caminhando (lembrando que são quase 2 km, uma boa caminhada), pagar para de ir em um carro elétrico ou um trenzinho, ou ainda alugar uma bicicleta. Essa foi a minha opção, como o clima estava agradável passear de bicicleta pelos jardins é uma experiência imperdível.

O aluguel da bicicleta custa 7 euros por uma hora, depois vai acrescendo o valor, lembrando que deve ser devolvida no mesmo local.

Link de como chegar ao Grand Trianon:

No mesmo site é possível ver vários mapas para se ter noção dos locais e direções como lanchonetes, restaurantes, banheiros além dos pontos a serem visitados em todo o domínio. http://bienvenue.chateauversailles.fr/es/palacios-de-trianon-y-dominio-de-maria-antonieta/bienvenido .

Informações Úteis:

Horários:

De 1 de Abril a 31 de Outubro (Alta temporada): 12h às 18:30h

De 1 de Novembro a 31 de Março (Baixa temporada): 12h às 17:30h

Valor:

Passaporte: Acesso ao Palácio, ao Grand Trianon e aos Domínios de Maria Antonieta que inclui o Petit Trianon e a Fazenda: 25.00 euros.

Entrada Trianons e Domínios de Maria Antonieta: Acessos ao Grand Trianon e jardins, Petit Trianon e Aldeia de Maria Antonieta: 10 euros.

Site Oficial: www.chateauversailles.fr

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