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BARBADOS, CARIBE

Barbados – Caribe – Parte 4

Sexta foi meu dia preferido! A viagem estava terminando e ainda não tínhamos visto tartaruga (só no submarino, mas tinha uma janela entre nós hehehe).

Barbados – Caribe – Parte 4

Dia 6- Carlisle Bay, St. Lawrence, Sunset Enterprise e Mercado Oistins

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Voltamos a Carlisle Bay onde havíamos conhecido uma brasileira em outro dia que nos contou que não era preciso fazer o passeio de barco para vê-las, ela pegava seu snorkel e nadava até logo ali, onde os barcos levam os turistas e param para dar comida às tartarugas. Compramos snorkel e nos arriscamos.

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O resultado foi mais bonito do que esperava! Além das tartarugas havia uma grande quantidade de peixes de variadas espécies. Por um momento até esqueci que lá não dava pé e não, eu não sei nadar e muito menos usar snorkel, cheguei lá nadando cachorrinho e quando vi as bonitinhas aprendi em 2 segundos usar snorkel! Quando me dei conta do que estava fazendo me engasguei toda hahahahahah. Voltei para a areia em um nado nada sincronizado toda mareada (os perrengues da viagem tem que contar também né?).

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O que posso afirmar é que valeu muito a pena. Com a água cristalina e elas recebendo comida várias tartarugas ficam nadando junto e elas são lindas e nem dão bola para os mil humanos em volta!!

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Também em Carlisle Bay há um navio naufragado e enquanto a pessoa aqui recuperava o fôlego em terra firme, o marido foi até lá conferir.

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O passeio de barco para ir nadar com as tartarugas com snorkel e colete salva vidas por uma hora custa U$30,00. Compramos o snorkel em um Mercado próximo por U$30,00. É uma opção para quem não quiser gastar com o passeio do barco, no nosso caso, que estávamos em várias pessoas compensou comprar o snorkel e revezar.

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Fomos para Barbados em época de férias de verão para os nativos e a praia foi enchendo de crianças e adolescentes. Muitos queriam interagir, tirar fotos e ficavam curiosos com a gopro (e indignados que não havia tela para ver como a foto ficou ahhaha). Alguns ainda queriam nos tocar principalmente no cabelo e ficavam repetindo “soft”, uns amados!

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Mais para o final da tarde fomos explorar a região de St. Lawrence, uma rua onde tem vários restaurantes inclusive uma churrascaria Brasileira.

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Seguimos até Enterprise Beach, também conhecida por Miami Beach, onde há alguns bancos para curtir a vista e vimos esse por do sol incrível:

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Paramos ainda no Mercado de Oinstins, o principal Mercado de peixes deles, e como já havia lido, sexta feira é o ponto forte do local. Várias barraquinhas oferecendo o prato típico – peixe voador – entre outras comidas, algumas tendas com souvenirs, pessoas com macaquinhos na coleira e muito fervor barbadiano.

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Por do Sol em Oinstins

Dia 7 – Sábado de Compras

Deixamos o último dia livre para fazer compras e pegar uma prainha. Fomos em duas Cave Sheperd, que é uma loja de departamentos que vende Levis, MAC, Tommy etc, mas o preço não compensava, mesmo tendo o desconto dutyfree apresentando o passaporte o preço ficava muito similar do que encontramos no Brasil. O que deu excesso na bagagem mesmo foi ir ao mercado e encher o carrinho de Rum e todas as variações dele!

Terminamos o dia e a viagem da melhor forma que podíamos: curtindo um por do sol e depois e tomando Rum Punch!

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Tchau Barbados!

Essa viagem foi parcialmente patrocinada por Visite Barbados e Global Vision Acess. O post foi escrito de forma totalmente imparcial conforme nossa própria opinião sobre o destino. 

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BARBADOS, CARIBE

Barbados – Caribe – Parte 3

Quinta feira foi o dia de explorar a fundo a ilha, fazer muitos km, passar por paisagens inóspitas, entrar em cavernas, admirar o ponto mais ao norte e conhecer a parte nobre da ilha.

Barbados – Caribe – Parte 3

Dia 5 – Harrison’s Cave e Praias do Norte

Saímos cedo do hotel já que a Harrison’s Cave ficava um pouco longe e não tínhamos  comprado as entradas. Conseguimos pegar o primeiro tour da caverna e nada de fila. O local oferece vários tipos de passeios desde o comum no trenzinho até uma trilha guiada. Fizemos o Tram Tour de 1 hora de duração.

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Antes de iniciar o passeio foi passado um vídeo explicando como a ilha foi formada, consequentemente as cavernas e toda a formação de estalactite e estalagmite, mas durante o passeio a guia vai explicando melhor essas formações rochosas. O trem/carrinho nos leva a 150 metros abaixo do nível do mar. O trem faz duas paradas para o pessoal descer e fotografar e a guia insiste para não tocar nas rochas.

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História da Caverna

A caverna foi descoberta por Thomas Harrison no século XVIII que era dono dessas terras. Mas foi só há 30 anos que o mapeamento desses labirintos foram finalizados e aberto ao público.

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A guia contou que a caverna foi usada por muito tempo para fuga dos escravos. Em um determinado momento do passeio ela avisa que irão apagar as luzes para simular o que os escravos viam: breu total! Fora esses poucos segundos na escuridão a caverna é muito bem iluminada e um passeio imperdível para entender sobre a ilha e sua história. Para os mais aventureiros é oferecido tour a pé pela caverna e também um tour noturno.

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Ao terminar o passeio é possível visitar algumas lojinhas de souvenir e aproveitar a sombra das árvores barbadas.

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Obs: cuide com a câmera, pinga bastante das estalactites.

Entrada U$30,00

Primeiro tour 8:45 – último tour 15:45

Site: www.harrisonscave.com

Subindo sentido norte fizemos uma parada no moinho Morgan Lewis Mill que desde 1747 deveria estar em funcionamento, mas estava bem abandonado, pareceu não funcionar mais.
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Saindo dali subimos uma baita montanha, a Cherry Tree Hill e tivemos uma grata surpresa com a vista da ilha.

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Ainda nessa rodovia encontramos por acaso a St. Nicholas Abbey, uma destilaria onde é possível visitar a plantação da cana, o processo do rum e a casa de 350 anos. Não fizemos o passeio pois já havíamos visitado a destilaria Mount Gay. Mas vale a passada para conhecer o lugar que está muito bem conservado.

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Site: www.stnicholasabbey.com

Seguimos até Animal Flower Cave, praticamente o ponto mais ao norte da Ilha. O mar é bem revolto nessa região. Almoçamos no único restaurante que há ali, a comida é muito gostosa e a vista, com as ondas quebrando nos cliffs é melhor ainda.

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Para entrar na caverna cobram U$10, alguns de nós resolvemos ir para entender por que é tão famosa essa caverna. Um guia entra junto, mas na entrada há um aviso que eles não se responsabilizam por você. Ao descer uma super escada, o trajeto dentro da caverna é muito ruim com pedras soltas. O guia mostra as flores dentro de piscinas naturais e alguns animais esculpidos naturalmente com o bater das ondas nas pedras da caverna, daí o nome “Animal Flower Cave”. Você pode ficar o tempo que quiser e até nadar na piscina natural.

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Quando saímos da caverna o tempo havia mudado. Antes de viajar havia lido que em Barbados costuma dar “alguns aguaceiros”, mas nesse dia a impressão que dava era que íamos ficar no meio de um BAITA aguaceiro. O pessoal das lojinhas correram fechar suas janelas e nós fomos embora tentar fugir do filme Twister hahaha

Localizamos a destilaria Mount Gay e passamos pela frente apenas por curiosidade, pois já sabíamos que não é aberto a visitação.

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Para voltar ao hotel fizemos um roteiro alternativo e fomos margeando a costa conforme a estrada permitia. Passamos pela parte mais rica da Ilha, lá onde a Rihanna tem casa e onde os melhores hotéis estão localizados.

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Essa viagem foi parcialmente patrocinada por Visite Barbados e Global Vision Acess. O post foi escrito de forma totalmente imparcial conforme nossa própria opinião sobre o destino. 

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BARBADOS, CARIBE

Barbados – Caribe- Parte 2

Depois de descansar nos primeiros dias em Barbados, se familiarizar com a mão inglesa no trânsito e curtir algumas praias, era hora de conhecer mais alguns dos tantos pontos turísticos que a Ilha tem a oferecer.

Barbados – Caribe – Parte 2

Dia 4 – Atlantis Submarino e Praia

O passeio no Atlantis Submarino foi o único passeio que reservamos pelo site e tínhamos horário programado. Para não correr o risco de perder o horário chegamos super cedo, o que foi muito bom, a lojinha climatizada tem wifi free e muitos souvenirs com preço melhor que de várias lojas da ilha. O submarino fica atracado no porto de Barbados, muito fácil para localizar.

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O embarque é feito em alto mar, então é necessário pegar um barco e durante o trajeto um guia passa as informações básicas sobre o passeio como: o submarino em Barbados está em perfeito funcionamento há 29 anos; dicas do colete salva vidas e a informação importantíssima que qualquer problema o Submarino volta a superfície em OITO SEGUNDOS.

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O Submarino tem capacidade para 48 pessoas e confesso que no início achei que seria meio claustrofóbico o passeio, mas posso garantir que são 40 minutos que passam muito rápido – infelizmente – onde todos ficam de boca aberta.

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Ao entrar no submarino a organização é um pouco demorada, é preciso equilibrar o submarino, aí vira um tal de senta mais para lá, agora mais para cá…

O submarino desce 40 metros e no começo, com a água turva, a impressão que dá é que não vai ser possível ver nadinha lá em baixo mas conforme vai chegando ao fundo começam a aparecer as belezas do oceano e além de um barco naufragado (nesse momento com toda a emoção da música do Titanic tocando hahahaha) pudemos ver diversas espécies de peixes e até uma tartaruga. Vale cada dólar!

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Na volta, no barco, é oferecido sucos e Rum Punch a vontade, bom para não perceber o balanço do barco!

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Valor: U$107,00

Site: www.barbados.atlantissubmarines.com

Na nossa programação estava conhecer o Centro Histórico nessa tarde, mas o calor era tanto que resolvemos conhecer a Carlisle Bay, alugamos cadeiras e guarda sol por $30,00 na praia de Brown’s Beach e curtimos o mar calmo que mais parece uma piscina, o pôr do sol e muitos nativos dando show jogando frescobol.

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Dia 5 – Centro Histórico, Destilaria de Rum, Concorde Experience e mais Praias.

Aproveitamos que a manhã estava nublada e passeamos pelo Centro Histórico. Barbados está na lista de Patrimônios da Humanidade da UNESCO com seu Centro Histórico de Bridgetown e Forte Garrison.

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Foi na visita a Destilaria Mount Gay que tivemos uma bela aula sobre a história e cultura de Barbados. Claro que a visita já inicia com degustação de Rum Punch mas a guia fala um inglês bem devagar, até com Rum na cabeça consegui entender ahahhaha

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A guia mostrou alguns documentos históricos onde comprova que a Destilaria Mount Gay é a destilaria de Rum mais antiga do mundo e conta como o rum foi descoberto.

A descoberta do Rum foi algo bem interessante. As plantações de cana eram apenas para produção de açúcar, mas ao armazenar por muito tempo o melaço da cana acabou virando bebida, os ingleses gostaram tanto que resolveram levar à Europa, mas ao chegar lá, depois de uma viagem super longa de barco, a bebida já estava envelhecida, com outro gosto. O Rum é muito parecido com a nossa ‘cachaça’ justamente por ser derivado da cana de açúcar, o que muda basicamente é o tempo que a bebida permanece em barris de carvalho e isso torna a bebida escura e adocicada.

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A visita é feita na filial da empresa, onde a bebida vem pronta para ser engarrafada, a fábrica mesmo fica mais ao norte da ilha e não é possível visitar (até passamos na frente em outro dia de passeio).

Após assistir um vídeo com mais explicações vem a degustação e a guia explica cada tipo de Rum que é servido. Quando você acha que acabou a próxima parada é no bar para comprar as bebidas, mas não sem antes provar qual você vai comprar, aja fígado!

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Obs: Perguntamos se podia beber e dirigir, o barman riu achando que era piada a pergunta e disse que a partir dos 16 anos pode fazer o que quiser, inclusive beber E dirigir.

Valor U$10,00 com degustação

Site: www.mountgayrum.com

A tarde voltamos até o Aeroporto para visitar o Concorde Experience.

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Aqui as opiniões se dividiram. Quem gostou mesmo do passeio foram os homens, segundo o marido, visitar o Concorde Experience para os aficcionados em tecnologia e amantes da aviação como ele, pode ser a melhor pedida da ilha, fora as praias, é claro (pelo menos nisso a opinião era unânime). O Concorde é um avião supersônico comercial, o mais rápido do mundo, produzido em 1965. Em 1978 ele parou de voar devido um acidente. O acidente não foi falha técnica mas ajudou ele a se aposentar juntando com o alto custo de mantê-lo no ar.

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A exposição, ao menos no dia da nossa visita, estava vazia. Parece até que está um pouco decadente. Os homens do nosso grupo gostaram pois deu para fazer com calma a visita que está dividida em partes onde uma guia acompanha explicando. Há um pequeno documentário para assistir, exposição de uniformes, louças originais e um tour pelo interior da aeronave. 

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Barbados era uma das rotas do Concorde, fazendo Londres/Barbados em 3h30 (o tempo normal são 8h30h) e a passagem custava 40 MIL REAIS POR PESSOA!

Só existem poucos Concordes em exposição pelo mundo. A British Airways mantém o avião em Barbados em perfeito funcionamento, inclusive é só abastecer que ele está pronto para voar.

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Valor: U$20,00

Site: www.barbadosconcorde.com

De lá seguimos até Crane Beach, considerada uma das praias mais bonitas do mundo. Sinceramente, o tempo estava fechado, ventava muito, a praia estava cheia de algas e não achei que ela merecesse o título.

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Havia lido que havia um castelo pela região que pertenceu a um pirata, o Sam Lord’s Casttle. Embora no mapa indicasse que estaria fechado para visitação resolvemos passar por lá. Há muitas placas indicando perigo e proibida a entrada. 

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Depois soube que em 2010 um incêndio destruiu o castelo. Passamos apenas de carro no entorno do castelo mas deu para imaginar como ele era em todo seu esplendor.

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Paramos rapidamente em Bottom Bay, uma praia praticamente deserta onde o acesso é feito por uma escada, tem alguns coqueiros que deixam a praia cheia de charme.

barbados-bottom-bay barbados-bottom-bay-praia

Terminamos o dia indo jantar no Tapas, um dos principais restaurantes de Barbados! Arriscamos ir sem reserva e fomos muito bem recebidos. O restaurante fica a beira mar e tem um cardápio para todos os gostos. A comida, o visual e o atendimento compensaram o preço. 

barbados-tapas-restaurante

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