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EUROPA, FRANÇA, Paris

Museu Rodin – Paris

Paris e seus inúmeros museus, como escolher quais visitar se não tem tempo para todos? O Museu Rodin estava na nossa lista porque meu esposo repetia: precisamos ver ao vivo “A Porta do Inferno”. Marido artista, quase arquiteto, designer, escultor, desenhista, professor… eu que fico na vantagem da aula particular sobre as esculturas, como foram feitas, de que lado veio as pinceladas, o ano que foi terminado, etc. Claro que inúmeras vezes eu precisei “arrancar” ele da frente das obras. Mas assim como ele, me emocionei com tantos detalhes deste museu.

Museu Rodin – Paris

museu-rodin

Construído entre 1728 e 1730 pelo Marechal Biron, o prédio servia de hotel. Após sua morte seria demolido, porém artistas que já utilizavam o espaço para exposições não deixaram ocorrer a demolição e apoiaram o Estado Francês quando este comprou o local e assim Rodin pode usá-lo para criar um Museu de Artes. A antiga construção poderia receber admiradores, colecionadores, jornalistas e comerciantes. Através de doações finalmente se concretizou este desejo e Rodin começou a colocar suas obras até mesmo nos jardins. Infelizmente só foi inaugurado após sua morte, em agosto de 1919.

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Atualmente, entre as 18 galerias e o jardim, estão expostos 600 objetos de uma coleção de 30 mil obras. O museu foi reaberto em 2015 após uma reforma de 3 anos que custou 16 milhões de euros financiadas pelo Estado Francês e pelo próprio Museu, já que é o único museu francês auto financiado. Manteve-se o chão e foram substituídas as portas e janelas por cópias das originais.

Mas quem foi Rodin?

Para conhecermos o Museu Rodin em Paris precisamos ter um breve conhecimento de quem foi Auguste Rodin. Ele nasceu em 12 de novembro de 1840 em Paris, começou a desenhar com 10 anos e já nos seus 14 anos começou estudar na Escola Imperial Especial de Desenho e Matemática. Tentou sem sucesso, por três vezes entrar para escola de esculturas na Escola de Belas Artes de Paris.

museu-rodin-jardins

Eva (1882) e sua sensualidade tímida.

Por um longo período para ajudar sua família financeiramente, ele fez objetos decorativos e enfeites arquitetônicos. Em 1844 Rodin conheceu Rose Beuret, que foi sua companheira e inspiração para seu retrato “Mignon”.

Com toda a crise que existia na época, para poder sustentar sua companheira e seu filho, fazia decorações de telhados e escadas, até ser convidado para ir para a Bélgica, onde ficou por 7 anos trabalhando e estudando.

Conseguiu ainda em vida ser considerado um dos escultores mais notáveis de seu tempo. O Realismo e o Impressionismo de Rodin sempre esteve envolvido com outros pintores e escultores, o que proporcionou além das obras deste Museu, ter feito exposições em vários países e receber várias honrarias e títulos, sendo na França ou em outros países.

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Apenas em Janeiro de 1917 Rodin se casa com Rose, porém, em fevereiro ela vem a falecer. E já em 17 de novembro do mesmo ano, Rodin falece e é enterrado com Rose. A obra “O Pensador” está colocada sobre o túmulo deles.

o-pensadorO Pensador nos jardins do Museu Rodin.

As Obras de Camille Claudel no Museu

Ainda antes de conhecer sua esposa Rose, Rodin conheceu Camille Athanaïse Cécile Cerveaux ProsperCamille Claudel em 1883 , mas pouco se tem na história sobre este momento. Foi sua aluna, assistente, amante e musa. Os trabalhos de ambos algumas vezes eram confundidos, no que acreditam que Camille queria se apropriar dos trabalhos de Rodin. Teve um fim trágico em manicômios e muitas de suas obras podem ser vistas neste Museu. 

O Jardim do Museu Rodin

Em 1880 a França solicitou a Rodin um projeto para uma porta ao então futuro Museu das Artes Decorativas. Inspirado pela Divina Comédia de Dante, surgi a “Porta do Inferno”. (para minha surpresa está a céu aberto, a esquerda logo que se entra na parte externa do museu). Camille Claudel foi assistente de Rodin nesta obra que é uma das mais importantes.

rodin-porta-do-infernoA Porta do Inferno.

Além de vermos em cima da Porta do Inferno, bem em sua frente nos jardins, encontra-se “Os Três Sombras”. Rodin estudou muito sobre sombras e usou traços de sua influência com Michelangelo nesta obra.

rodin-os-tres-sombrasOs Três Sombras.

rodin-esculturasMonumento a Victor Hugo (1987), inicialmente feita em gesso.

Em um local inusitado está “Ugolino e Seus Filhos”, também baseado na obra de Dante, somente 20 anos depois de ter feito a Porta do Inferno Rodin criou esta parte da história, onde Ugolino devora seus filhos mortos e assim é condenado.

paris-rodin

As Principais Obras do Museu Rodin

Inspirado na história de Paolo e Francesca, narrada por Dante, Rodin fez o casal se abraçando, ou seja, “O Beijo”. Outro lugar onde pode-se ver uma escultura “O Beijo”em Paris é bem em frente ao Museu L’Orangerie. (Leia aqui o post do Museu L’Orangerie).

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Em outro ambiente está “São João Batista”. A inspiração foi em um fazendeiro, demonstrando apenas através do gesto da mão e seu semblante, já que está sem as vestes, marca de Rodin.

esculturas-rodinEstudo do Manto de BalzacSão João Batista.

Algo que me surpreendeu foi o “Estudo do Manto de Balzac”. Rodin estudou como usar o tecido cobrindo partes de suas esculturas, e vendo que era difícil transformar na textura exata, fez um molde e gostando do resultado, o expôs. 

Além de suas próprias obras no museu é possível ver a coleção pessoal de Rodin e pinturas de outros artistas, como Monet e Van Gogh. 

van-gogh-parisObras de Rodin e Pintura de Van Gogh-“Père Tanguy”.

Dentre tantas obras, inclusive as de Camille Claudel, fica difícil dizer a que mais chama a atenção, seja pelo estudo das proporções, ou em como surge a escultura diante da pedra bruta, pelos locais onde ficam expostos (na primavera os jardins devem ser lindo), e a sensação de estar muito perto das obras.

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Informações Úteis:

79 Rue de Varenne, 75007 Paris, França

Metro : Varenne (linha 13) ou Invalides (linha 13, linha 8)

Horários: De Terça a Domingo 10hs às 5:45. Entrada permitida até às 5:15.

Valor: Museu e Jardins – 10 Euros. Ticket combinado com Museu Meudon: 13 Euros. 

Site oficialwww.musee-rodin.fr

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Torre Eiffel – Paris

Ame-a ou odeia-a. Deve ser o monumento turístico mais conhecido e visitado do planeta, e muita gente não entende o porquê de ver uma torre de ferro, mas vamos combinar….ai, ai, Paris, Paris….quem não amou conhecer? Ou pelo menos gostaria de ir?

Torre Eiffel – Paris

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Realmente não sei explicar o quesito romântico que muitos aplicam a ela, mas confesso que estava quase saltitando nas ruas enquanto tentava encontra-la entre os antigos prédios ali perto, e para minha surpresa, ela é muito maior do que imaginava.

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Mas a verdade é que as opiniões sobre a Torre Eiffel se divide, e muito. Minha irmã não gostou tanto assim de Paris, nem achou a Torre impressionante. Disse que um rato passou por ela enquanto tentava se desvencilhar dos vendedores ambulantes, (e por isso não deixei que ela escrevesse esse post !!). Mas ela me lembrou dos jardins ao redor da Torre, sempre impecáveis e muito agradáveis.

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Talvez o que faz ela ser tão admirada é exatamente de que de muitos pontos da cidade ela está lá, participando toda imponente da paisagem.

sena-paris

praça-paris

Se você passeia de Bateau mouche pode ver ela, atravessando as famosas pontes de Paris dá para avista-la, a melhor vista de quem esta no bairro Montmartre é a cidade com a torre se destacando, da Praça do Trocadéro é ela o ponto chave das fotos, e muitos outros pontos.

A História da Torre Eiffel

roda-gigante-parisVista da Roda Gigante

A história quase todos conhecem, ela não era definitiva, mas acabou ficando. Gustave Eiffel ganhou um concurso para a Comemoração do Centenário da Revolução Francesa em 1889. Ele propôs uma torre de 300 metros de altura (nada haver com a paisagem), toda em ferro, formando um emaranhado com 8 mil toneladas de vigas.

projeto-torre     torre-eiffel-projeto

   Desenhos dos projetos da Torre – Fotos site oficial www.toureiffel.paris

Ficou pronta em 2 anos, mas levou um bom tempo para a cidade se apaixonar por ela. Só não foi desmontada no final do contrato de exposição porque servia de antena de rádio.

AA371361: HistoryA Torre servia de portal de entrada para e Exposição Universal -Foto site oficial: www.toureiffel.paris

Inclusive um manifesto escrito por grandes escritores da época como Alexandre Dumas e Guy de Maupassant tentava impedir a construção:

  “Nós, escritores, pintores, escultores, arquitetos e amantes das belezas de Paris – que até então estavam intactas – protestamos com toda nossa força e toda nossa indignação, em nome do subestimado bom gosto dos franceses, em nome da arte francesa e da história sob ameaça, contra a construção, no coração de nossa capital, dessa inútil e monstruosa Torre Eiffel…” (Jornal Lê Temps).

Mal podia imaginar esses romancistas que a Torre é até os dias de hoje motivo de muitos suspiros apaixonados!

paris-torre

Novidades na Torre Eiffel

1er_etage_09_2014__E.Livinec_-_SETE_59Chão de vidro – Foto divulgação do site oficial: www.toureiffel.paris (© E.Livinec – SETE)

A Torre Eiffel acaba de inaugurar um nível com chão de vidro. No primeiro andar, a 57 metros de altura, que era o menos visitado agora proporciona um novo ângulo de fotos.

A Visita

Imperdoável eu sei, mas não subimos na Torre, porém continua na minha lista de desejos.

No solo: Três torres dão acesso para a subida. Ali em baixo também pode ver o busto de Gustave Eiffel e com visitas guiadas conhecer o maquinário dos elevadores no subsolo.

No Primeiro Andar: A nova área com chão de vidro, salas de exposições, o observatório de movimento do topo da torre, loja de souvenir, o Restaurante 58, sala de evento e buffets.

No segundo andar: o Restaurante Jules Verner, Buffets, Exposição da História da Construção e claro a vista de Paris.

No Topo: O Escritório de Gustave Eiffel e o Bar de Champagne.

11_SETE-Photographe-4-ventsFoto divulgação site oficial: www.toureiffel.paris (© SETE)

Curiosidades:

  • Do seu peso total 40 toneladas são só de tinta.
  • Até o topo são 1.652 degraus, mas o último andar só é acessível para turistas pelo elevador.
  • O Brasil está entre as 10 nacionalidades que mais visitam a Torre.
  • No último ano foram 6,8 milhões de visitas.
  • A Torre já foi vendida, e não foi uma vez só. Um trapaceiro chamado Victor Lustig conseguiu convencer algumas pessoas do ramo de sucatas que a torre seria desmontada em 1925. A Torre seria vendida para quem oferecesse o maior valor, e André Poisson que também era traficante pagou pela Torre. Poisson levou um mês para tomar coragem de contar para a polícia sobre o golpe. Na segunda tentativa de venda a polícia prendeu Victor Lustig. 

05_feu-dartifice-de-lan-2000_DRFoto divulgação site oficial: www.toureiffel.paris (© SETE)

Informações Úteis

Champ de Mars, 5 Avenue Anatole France, 75007 Paris, França

 Metro: Bir-Hakeim, Trocadéro e Ecole Militaire

 Site oficial: www.tour-eiffel.fr

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Catacumbas – Paris

Pagar pra ver ossos amontoados em túneis no subsolo? É isso mesmo? Sim! Para alguns é um passeio aterrorizante, para alguns desnecessário, para outros claustrofóbico. Mas pode muito bem ser um passeio curioso, e eu achei bem interessante.

Então vou tentar desmembrar a ideia de “ossos amontoados em túneis” para deixar mais atrativa a ideia de conhecer esse lugar tão peculiar (e sempre com uma fila enorme) de Paris.

As Catacumbas de Paris

criptas-paris

Os Túneis de Paris

No subsolo de Paris corre uma rede de túneis de extensão desconhecida a 20 metros abaixo das ruas. Parte deles são mapeadas por institutos, parte frequentada por caçadores de novos caminhos, e alguns há muito tempo abandonados.

tuneis-catacumbas-parisInício dos túneis.

Eles foram se formando pela exploração de pedras já desde o período romano. Foi de lá que saiu o material para a construção de grandes obras da cidade como o Louvre e a Catedral de Notre Dame e por lá também foram construídas as linhas de metro. Os túneis foram fechados devido aos perigosos desabamentos que começaram a ocorrer.  

escada-catacumbas

poço-catacumbasPoços de água no fundo dos túneis.

As Catacumbas

Em 1785 um trecho de túneis foi destinado a guardar os ossos dos cemitérios que já estavam abarrotados pela cidade. Por anos os ossos foram transferidos durante a noite em uma procissão fúnebre cobertos por uma manta negra e acompanhados de padres entoando cânticos. No começo foram espalhados de forma desordenada, e mais tarde, Héricart de Thury, o inspetor da Pedreira, resolveu organizar os túneis exatamente para ser acessível a visitação e dispôs os ossos lá em baixo de forma ordenada, formando paredes bonitinhas e alinhadas.

ossos-paris

tuneis-catacumbas

subsolo-paris

No fim foram levados para as catacumbas cerca de 6 milhões de mortos, mas o percurso que está aberto hoje para visitar é de apenas 2 km, uma parte bem curta na verdade de toda a extensão.

ossos-catacumbas

De onde vieram tantos ossos?

A ideia de levar os ossos para o subsolo se deu alguns anos depois de o Cimetière des Saints-Innocents ser fechado, em 1780. O mais antigo cemitério de Paris ficava em uma região central, mas virou um grande problema para a saúde da população. Imagine que esse cemitério já estava a 2 metros acima do solo quando foi fechado. Muitas vezes aconteciam desmoronamentos de muros e enchia as casas ao redor de corpos. Com quase 10 séculos de sepultamentos tiveram que começar a enterrar as pessoas em valas comuns, chegando a ser de 1.500 por dia. Mas o problema maior, claro, além do cheiro, era o número de mortes que essa falta de higiene estava causando. Reza a lenda que quem se atrevia a atravessar o cemitério ficava por lá mesmo, pois morria contaminado pelo caminho. Nem quero imaginar o cheiro disso nos constantes dias chuvosos de Paris.

cemiterio-dos- inocentes-parisOssos dos Cemitérios dos Inocentes e Madeleine

O Cemitério dos Inocentes levou 2 anos para ser desocupado e em seguida vários outros cemitérios foram transferidos para os túneis, enquanto isso novos foram sendo construídos pela periferia da cidade.

cemiterio-st-etienneOssos trazidos do Cemitério St Etienne

No Cemitério Madeleine foram enterrados as vítimas da guilhotina na Revolução Francesa, como Lavoisier, Robespierre, Maria Antonieta e o Rei Luis XVI. Enquanto a realeza foi cuidadosamente transferida para a Basílica de Saint Denis, os outros estão agora nas catacumbas.

 O Tour pelas Catacumbas e Paris

Depois de 45 minutos na fila e torcendo pra não dar o horário de última entrada, pois o número de visitantes lá em baixo é controlada, finalmente conseguimos entrar. Mas a fila é só o começo, em seguida são 130 degraus de descida em forma de caracol, as catacumbas ficam cinco andares abaixo do solo.

entrada-catacumbasPorta de entrada para os túneis. 

tuneis-paris

ossuario-de-paris

Depois das escadas mais um trajeto de túneis com pouca iluminação e aí sim, chega-se a entrada do ossuário com uma mensagem, digamos, bem receptiva: “Arrete c’est ici l’empire de La Mort” (Pare, este é o império da morte).

entrada-catacumbas-parisEntrada para as Catacumbas. Por todo o trajeto ainda da para ver essa linha negra no teto, ela é a marca das velas usadas para iluminar os túneis no passado.

Agora sim, dos 2 km de percurso boa parte você vai estar cercado de ossos empilhado dispostos em desenhos geométricos. No começo é meio estranho, mas é tanto, tanto osso que você se acostuma rápido. E não pode ser diferente, o percurso tem que ser terminado, depois que entra não pode fazer o caminho de volta, não tem saída de emergência e nem banheiro lá em baixo. Então o melhor é mesmo ir dando um bonjour para o pessoal.

ossuario-paris

 No começo do trajeto várias esculturas foram feitas na pedra por um operário chamado Antoine Décure.

antoine-decure

forte-mahon

cripta-da-paixaoA cripta da Paixão tinha função de capela do ossuário, mas era onde aconteciam festas bem obscuras com a burguesia de Paris.

A saída também é feita por uma escadinha minúscula em caracol com 83 degraus, e nem pense em levar um fêmur de lembrancinha, a sua bolsa vai ser revistada lá em cima. Mas se quiser uma recordação, tem uma lojinha no outro lado da rua da saída, que vende todos os artigos imagináveis em forma de caveira.

paris-tour-catacumbas

Curiosidade

  • O fato de terem cercado o itinerário da visita é bem simples: os túneis são labirintos sem fim, e quem se arrisca a explorar sem um mapa pode acabar perdido para sempre. É o que conta em uma das lapides do trajeto: “Em Memória de Philibert Aspairt, que se perdeu nessas galerias no dia 3 de Novembro de 1793. Foi encontrado 11 anos depois e enterrado no mesmo lugar.” Várias outras situações parecidas aconteceram, e a polícia teve que dispor de inúmeros policiais e muitos dias para encontrar garotos perdidos.
  • Vários escritores citam as catacumbas e os túneis de Paris em seus livros. Umberto Eco em O Pêndulo de Foucault e Victor Hugo, no livro mais famoso de Paris, Os Miseráveis. Ernest Hemingway conta em “Paris é uma Festa” dos bares que davam acesso as Catacumbas.
  • Algumas pessoas foram enterradas diretamente nas catacumbas durante a Revolução Francesa.

combatentes-revolução-francesa

  • Quando transferiram os ossos, muitos dos corpos ainda não estavam totalmente decompostos, e a gordura deles virou sabão e velas! Éca!

praça-denfert-rochereauA entrada para as Catacumbas é feita por uma pequena porta, e fica bem em frente ao leão da Praça Denfert Rochereau.

Informações úteis:

 Avenue du Colonel Rol-Tanguy – 75014 – Paris

Metro: Denfert-Rochereau

Horário: Diariamente, das 10h às 20h, exceto às segundas-feiras e feriados. Última entrada às 19h.

Valor: normal 10€, reduzida 8€

Crianças menor de 14 anos só entram acompanhadas de um adulto.  

Site oficial: www.catacombes.paris.fr

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