BARBADOS, CARIBE

Barbados – Caribe – Parte 3

Quinta feira foi o dia de explorar a fundo a ilha, fazer muitos km, passar por paisagens inóspitas, entrar em cavernas, admirar o ponto mais ao norte e conhecer a parte nobre da ilha.

Barbados – Caribe – Parte 3

Dia 5 – Harrison’s Cave e Praias do Norte

Saímos cedo do hotel já que a Harrison’s Cave ficava um pouco longe e não tínhamos  comprado as entradas. Conseguimos pegar o primeiro tour da caverna e nada de fila. O local oferece vários tipos de passeios desde o comum no trenzinho até uma trilha guiada. Fizemos o Tram Tour de 1 hora de duração.

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Antes de iniciar o passeio foi passado um vídeo explicando como a ilha foi formada, consequentemente as cavernas e toda a formação de estalactite e estalagmite, mas durante o passeio a guia vai explicando melhor essas formações rochosas. O trem/carrinho nos leva a 150 metros abaixo do nível do mar. O trem faz duas paradas para o pessoal descer e fotografar e a guia insiste para não tocar nas rochas.

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História da Caverna

A caverna foi descoberta por Thomas Harrison no século XVIII que era dono dessas terras. Mas foi só há 30 anos que o mapeamento desses labirintos foram finalizados e aberto ao público.

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A guia contou que a caverna foi usada por muito tempo para fuga dos escravos. Em um determinado momento do passeio ela avisa que irão apagar as luzes para simular o que os escravos viam: breu total! Fora esses poucos segundos na escuridão a caverna é muito bem iluminada e um passeio imperdível para entender sobre a ilha e sua história. Para os mais aventureiros é oferecido tour a pé pela caverna e também um tour noturno.

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Ao terminar o passeio é possível visitar algumas lojinhas de souvenir e aproveitar a sombra das árvores barbadas.

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Obs: cuide com a câmera, pinga bastante das estalactites.

Entrada U$30,00

Primeiro tour 8:45 – último tour 15:45

Site: www.harrisonscave.com

Subindo sentido norte fizemos uma parada no moinho Morgan Lewis Mill que desde 1747 deveria estar em funcionamento, mas estava bem abandonado, pareceu não funcionar mais.
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Saindo dali subimos uma baita montanha, a Cherry Tree Hill e tivemos uma grata surpresa com a vista da ilha.

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Ainda nessa rodovia encontramos por acaso a St. Nicholas Abbey, uma destilaria onde é possível visitar a plantação da cana, o processo do rum e a casa de 350 anos. Não fizemos o passeio pois já havíamos visitado a destilaria Mount Gay. Mas vale a passada para conhecer o lugar que está muito bem conservado.

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Site: www.stnicholasabbey.com

Seguimos até Animal Flower Cave, praticamente o ponto mais ao norte da Ilha. O mar é bem revolto nessa região. Almoçamos no único restaurante que há ali, a comida é muito gostosa e a vista, com as ondas quebrando nos cliffs é melhor ainda.

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Para entrar na caverna cobram U$10, alguns de nós resolvemos ir para entender por que é tão famosa essa caverna. Um guia entra junto, mas na entrada há um aviso que eles não se responsabilizam por você. Ao descer uma super escada, o trajeto dentro da caverna é muito ruim com pedras soltas. O guia mostra as flores dentro de piscinas naturais e alguns animais esculpidos naturalmente com o bater das ondas nas pedras da caverna, daí o nome “Animal Flower Cave”. Você pode ficar o tempo que quiser e até nadar na piscina natural.

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Quando saímos da caverna o tempo havia mudado. Antes de viajar havia lido que em Barbados costuma dar “alguns aguaceiros”, mas nesse dia a impressão que dava era que íamos ficar no meio de um BAITA aguaceiro. O pessoal das lojinhas correram fechar suas janelas e nós fomos embora tentar fugir do filme Twister hahaha

Localizamos a destilaria Mount Gay e passamos pela frente apenas por curiosidade, pois já sabíamos que não é aberto a visitação.

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Para voltar ao hotel fizemos um roteiro alternativo e fomos margeando a costa conforme a estrada permitia. Passamos pela parte mais rica da Ilha, lá onde a Rihanna tem casa e onde os melhores hotéis estão localizados.

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Essa viagem foi parcialmente patrocinada por Visite Barbados e Global Vision Acess. O post foi escrito de forma totalmente imparcial conforme nossa própria opinião sobre o destino. 

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