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agosto 2016

EUROPA, FRANÇA, Versailles

Petit Trianon – Versailles

Não tem como falar no Petit Trianon sem vir imediatamente na memória a figura de Maria Antônia Josefa Johanna Von Habsburg-Lothringen, mais conhecida apenas como Maria Antonieta. Ícone da sua época é vista de várias maneiras diferentes, seja positiva ou negativa, arrogante, insensata, admirada, mártir, fútil ou ingênua.

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O fato é que soube viver a sua maneira em um espaço longe da corte (apenas uns 2 km, mas deveria ser uma boa distância para época). E que espaço único. Fácil de chegar, pequeno para visitar e lindo de se ver.

Petit Trianon – Versailles

A História do Petit Trianon

No século XVIII, os domínios de Versailles tiveram mais uma obra encomendada por Luis XV, no antigo Jardim Botânico foi construído o Petit Trianon para Madame de Pompadour.               

petit-trianon

Porém, ela faleceu em 1764 e a obra só foi concluída em 1768. Já a nova favorita do Rei, Madame du Barry foi quem participou da inauguração e usufruiu até 1774, quando Luis XV faleceu e então ela teve que se retirar do Palácio. O então novo Rei Luis XVI o deu de presente para sua esposa: Maria Antonieta. 

O Petit Trianon foi criado em estilo grego pelo arquiteto Ange-Jaques Gabriel, o mesmo que fez a Praça da Concorde e a Escola Militar em Paris. Construído em três pisos com planta de forma quadrada, totalmente dedicado as flores, possui amplos ambientes como: recepção, apartamentos da Rainhae do Rei, apartamentos dos convidados,  mezanino, sótão, além de jardim francês e inglês que foram projetados por Le Nôtre. Infelizmente nem todos ambientes estavam abertos para visitação. 

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Passou por restaurações na Monarquia de Julho pela Rainha Marie-Louise e no Segundo Império pela imperatriz Eugénia de Montijo. Somente em 2006 o “Domínio de Versailles” incluiu o Petit Trianon e a Aldeia e assim foram abertos para visitação. Passou por nova restauração em 2008 pelo Ministério da Cultura e da Comunicação.

Tem-se até hoje a magia e a história lembrada quando Maria Antonieta ganha este espaço para ser seu retiro particular aonde só residiam mulheres e os demais só entravam após serem convidados por ela, inclusive o Rei. Assim, dizia que tinha uma vida simples, longe da corte e podia expor sua liberdade de vida pessoal na época contrariando o protocolo da Corte. No filme Maria Antonieta de Sofia Coppola essa parte da vida da Rainha é bem retratada, sendo a mais tranquila de seu reinado.

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Apenas após a Revolução os mais próximos de Napoleão como sua irmã Pauline de Bonaparte, a Imperatriz Marie-Louise, a duquesa de Orleães e a Imperatriz Eugénia de Montijo esposa de Napoleão III, residiram ali.                   

Visita no Petit Trianon 

Entrei pela frente do Petit Trianon que logo após a parte de apresentação do ticket, me deparei com este jardim interno. 

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Sala dos Guardas

Essa sala já foi uma Biblioteca de botânica e depois se tornou a Sala dos Guardas.  Com a reforma de 2008, tornou-se uma das entradas do Trianon. Nela estão expostas grandes pinturas e o carrinho do filho mais velho de Maria Antonieta, o Delfim da França.

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A Escada de Honra

Já no hall de entrada há uma escadaria feita de ferro forjado em dourado onde percebe-se detalhes como a Flor de Lis, símbolo da monarquia francesa e as iniciais “MA”, que substituiriam Luis XV.

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Cozinha

A cozinha do Petit Trianon é bem rústica, mais escura do que os demais cômodos. Este ambiente que se chega por uma galeria, a partir de 1770 tornou-se o local apenas para esquentar a comida que vinha pronta de outra parte do Domínio, para amenizar o barulho e o cheiro na cozinha, já que o local é modestamente pequeno.

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Sala de bilhar

Este ambiente já foi a piscina de Luis XV, mas nas remodelações de Maria Antonieta em 1784 foi transformado em uma sala de bilhar com uma enorme mesa e decorado com pinturas e busto sobre a lareira. 

Sala das louças

Um pequeno espaço com armários onde estão expostas algumas louças utilizadas que sobraram da época de sua residência ali, bem como porcelanas finas e talheres.

No primeiro andar:

Grande Sala de Jantar

Esta é a entrada para Grande Sala de Jantar. Também decorada com o tema natureza e um grande espelho com ramos de videira. O primeiro jantar de Luis XV foi em setembro de 1769 e o último jantar de Maria Antonieta com o Rei neste local foi em 24 de julho de 1788.

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Salão de Jogos

Maria Antonieta encontrava-se com seus amigos nesta sala para ouvir música e jogar. A harpa foi criada por Naderman, famoso harpista e compositor francês.

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Boudoir / Gabinete dos Espelhos Movediços

Em 1776 o engenheiro Jean-Tobie Mercklein com um engenhoso mecanismo fez para Maria Antonieta no local de uma escadaria espelhos que podiam ser movidos para cima ou para baixo, dando ao ambiente um espaço totalmente diferente e privado, cobrindo as janelas e usando-as como espelhos. Assim, ela tinha sua privacidade e podia acessar seus jardins independente de contatos com os demais.

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Quarto da Rainha

O desejo de porto seguro na visão bucólica de Maria Antonieta se dá nesta parte do domínio e fica evidente através de seu pequeno quarto pessoal. Como toda a decoração, segue com detalhes de flores e plantas. O marceneiro Georges Jacob elaborou o ambiente com cama, mesa, poltronas, cadeiras, banquinhos, lareira e um assento sanitário, além da tapeçaria. Dos móveis vendidos do Petit Trianon a cama original nunca foi encontrada.

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No século XIX, o quarto é ocupado por Pauline Borghese, irmã de Napoleão e depois por Marie-Louise.

O Banheiro

A casa de banho não estava aberta a visitação, apenas a pequena antecâmara ou gabinete sanitário.

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Devido ao horário não visitei a Aldeia e demais dependências, mas tenho certeza que retornarei um dia.

No fundo, o Templo do Amor, que podia ser visto dos aposento de Maria Antonieta. O Templo foi erguido por Richard Mique em 1778 em estilo neoclássico todo feito em mármore.

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Como visitar o Petit Trianon

A melhor forma de conhecer Versailles é passar um dia todo lá, assim dá para visitar também o Grande Palácio, os imensos Jardins, o Grand Trianon e a Fazenda de Maria Antonieta. Para chegar ao Petit Trianon é possível ir caminhando (lembrando que são quase 2 km, uma boa caminhada), pagar para de ir em um carro elétrico ou um trenzinho, ou ainda alugar uma bicicleta. Essa foi a minha opção, como o clima estava agradável passear de bicicleta pelos jardins é uma experiência imperdível.

O aluguel da bicicleta custa 7 euros por uma hora, depois vai acrescendo o valor, lembrando que deve ser devolvida no mesmo local.

Link de como chegar ao Grand Trianon:

No mesmo site é possível ver vários mapas para se ter noção dos locais e direções como lanchonetes, restaurantes, banheiros além dos pontos a serem visitados em todo o domínio. http://bienvenue.chateauversailles.fr/es/palacios-de-trianon-y-dominio-de-maria-antonieta/bienvenido .

Informações Úteis:

Horários:

De 1 de Abril a 31 de Outubro (Alta temporada): 12h às 18:30h

De 1 de Novembro a 31 de Março (Baixa temporada): 12h às 17:30h

Valor:

Passaporte: Acesso ao Palácio, ao Grand Trianon e aos Domínios de Maria Antonieta que inclui o Petit Trianon e a Fazenda: 25.00 euros.

Entrada Trianons e Domínios de Maria Antonieta: Acessos ao Grand Trianon e jardins, Petit Trianon e Aldeia de Maria Antonieta: 10 euros.

Site Oficial: www.chateauversailles.fr

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Palácio Ducal – Itinerário Secreto – Veneza

“Esse post faz parte da blogagem coletiva de blogueiros da RBBV. No final desse post você encontra os links de todos os blogs que estão participando com diversos lugares inspirados pelo cinema e literatura.”

Palácio Ducal – Itinerário Secreto – Veneza

Segundo o Wikipedia, a cinefilia é o gosto pelo cinema e o interesse demonstrado por tudo aquilo que se relaciona com a sétima arte. Em muitas das nossas viagens costumamos assistir filmes que se passam no nosso próximo destino.  Antes de embarcar a Veneza um dos filmes que nos chamou a atenção foi o Casanova, um romance envolvente entre um escritor italiano e sua paixão por uma mulher que o rejeita e muitas imagens de Veneza (claro que o ator Heath Ledger como protagonista também ajuda rsrsrs)

Mas o que tornou o filme mais curioso é que Giacomo Girolamo Casanova fez realmente parte da história de Veneza e ficou popularmente conhecido por ter sido o único fugitivo da prisão do Palazzo Ducale.

O Palácio Ducal

O Palácio Ducal ou Palácio do Doge é um dos pontos turísticos de Veneza que mais chama a atenção e com certeza uma das construções mais fotografada. Situado na Praça São Marco, ao lado da Basílica e de frente para o principal porto de entrada da cidade é um prédio gótico veneziano lindo que desafia qualquer um a pensar que ele está sob as águas.

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Foi construído a partir do ano 810 (antes da Basílica) para ser casa dos Doges e sede administrativa e política da cidade, além de é claro abrigar uma prisão na parte mais inferior do prédio. Por várias vezes o prédio ou parte dele foi incendiado passando aasim por diversas reformas e acréscimos de salas até chegar ao tamanho que está hoje.

entrada-palacio-ducalDetalhes do pátio interno do Palácio.

As construções terminaram por volta do ano 1.565 e das estruturas do século IX nada restaram. Ele foi usado até 1797 pelo Império Napoleônico e Austríaco e só e 1996 passou a fazer parte dos Museus Cívicos de Veneza.

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O Palácio, os aposentos dos Doges e os grandes salões podem ser visitados,  bem como a ala da prisão mais nova, que é um prédio ao lado aonde se chega atravessando a famosa Ponte do Suspiro. Mas essa parte eu vou contar em outro post.

ponte-do-suspiroA passagem pelo interior da Ponte do Suspiro. 

patio-prisao-venezaPátio interno da prisão da ala nova. 

Para conhecer a ala mais velha e as prisões assustadoramente antigas, onde ficou preso o grande protagonista de Veneza é preciso comprar ingresso para o passeio ITINERÁRIO SECRETO.  

O Itinerário Secreto do Palácio Ducal

Depois de assistir ao filme ficou a curiosidade de saber como o Casanova conseguiu essa façanha de fugir de uma prisão e descobrimos que há uma visita no Palazzo Ducale percorrendo um itinerário secreto com guias em inglês, italiano ou francês, em horários específicos e número de visitantes limitados. Compramos os ingressos no local para a visita em Italiano. A visita toda leva em torno de 1:30h

doges-palacioPátio interno do Palácio e a Basílica de São Marcos no fundo.

O itinerário tem inicio no pátio principal do Palazzo Ducale para encontrar a guia e receber algumas informações como a de que não pode tirar foto durante a visita, nem sem flash (inclusive as bolsas devem ficar para frente para a guia ver que ninguém pegou suas câmeras) e que ao trocar de sala ela iria contar os participantes, e se alguém tivesse se perdido (a visita é um verdadeiro labirinto) deveria ficar parado que ela voltaria encontrar e o restante do grupo deveria ficar aguardando.

visita-itinerario-secretoPonto de encontro com a guia no pátio interno.

A visita já começa em uma cela minúscula, úmida e escura, as chamadas Pozzi. Aqui a guia já explica que nas inundações os presos continuavam lá e isso já se tornava uma verdadeira condenação à morte já que a maioria ficava doente. No inverno também não era permitido acender velas devido o risco de incendiar, pois mesmo sendo algumas paredes erguidas em pedras, tem muita madeira na construção e lá ficavam muitos papéis arquivados. Até hoje, durante a maré alta, no verão com calor intenso ou no inverno mais rígido essa parte da prisão fica impossibilitada de se visitar.

entrada-visita-secretaPorta de entrada para o Itinerário Secreto que dá direto nas celas antigas. 

Curioso mesmo foi ver a marcação nas portas com números romanos ao contrário para confundir a ordem da saída aos que se arriscavam fugir, embora a maioria dos presos não soubessem ler. Durante o percurso era possível ver algumas escritas nas paredes feitas pelos poucos presos que sabiam escrever.

celas-palacio-ducalFotos da ala nova da prisão, onde é permitido fotografar. 

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Vale citar: os presos nunca não sabiam o motivo de estarem presos e nem por quanto tempo lá ficariam.  Inclusive nem o Casanova sabia, ele apenas cita no seu livro uma suposição do motivo de ser preso, por ser ateu ou maçom ou ainda praticar alquimia, mas novamente, são apenas suposições do real motivo.

prisao-venezaCelas da ala mais nova da prisão do Palácio dos Doges. 

prisao-casanova

Após visitar as celas mais inferiores também é possível passar por uma grande sala onde eram guardados todos os arquivos de Veneza, quem trabalhava lá tinha uma alto salário e era um cargo passado de pai para filho pois precisava ser de muita confiança para guardar os segredos do palácio e daRepública. Cada armário possui o Brasão da família responsável por aqueles arquivos.

Nas salas principais haviam gigantescos chãos de mármore, questionamos a guia de como foi possível levar até lá uma pedra tão grande e ela explicou que era uma mistura de pedra e outros materiais feitos ali no local mesmo, formando uma pedra só com desenhos únicos e lindos.

As Prisões (Piombi) no andar acima eram melhores. Os prisioneiros que tinham um certo poder aquisitivo ou influência política podiam ficar lá, inclusive podiam mobiliar com alguns itens o local. Casanova ficou em duas dessas, na primeira ele tentou fugir mas sem sucesso e mudaram ele de cela e dali ele conseguiu fugir. A guia contou que não há registros exatos da fuga, o próprio Casanova pôde ter exagerado em seu livro, dizendo que contou com a ajuda do seu vizinho de cela, um padre que deu sua roupa ao Casanova. Após uma engenhosa abertura das celas os dois saíram caminhando pela porta da frente do Palazzo e nunca mais foram capturados.

prisao-casanova-celaCela onde ficou Casanova. Foto site oficial: www.palazzoducale.visitmuve.it

salas-interior-ducaleFoto site oficial: www.palazzoducale.visitmuve.it

No sótão passamos pela Sala das Armas onde fica uma exposição de armamentos da época. Essa parte do passeio fica impossível de fazer no verão devido o calor e não é possível instalar refrigeração pois a estrutura super antiga não aguentaria.

Aqui também entramos em uma portinha que foi possível ver toda a estrutura do teto do Palazzo e é muito interessante, já que o salão abaixo que chegou a ser o maior salão do mundo não possui pilares no centro, toda a sustentação de madeira está visível e entrelaçada ali no sótão. (os arquitetos e nosso pai que entende de marcenaria piram rsrsrs).

sotao-prisao-venezaSótão do Palácio Ducal Foto site oficial: www.palazzoducale.visitmuve.it

Na Sala da Inquisição ainda possui uma mesa original da época onde 3 Juízes eram responsáveis pelos julgamentos. Em torno dessa sala há algumas celas para que alguns presos vissem as torturas, tornando uma (já) tortura e pensar em confessar seus crimes. Na Sala da Tortura havia um mezanino para melhor visualização da execução, ui.

sala-inquisicaoFoto site oficial: www.palazzoducale.visitmuve.it

O passeio ainda passa por outras salas administrativas, algumas extremamente simples e outras ricamente decoradas com pinturas de Tintoretto e Veronese. O trajeto termina nos aposentos dos Doges, que é onde começa o passeio normal, aí você pode seguir sozinho e conhecer o resto do Palácio.

Léli e Dana

Informações Uteis – Itinerário Secreto:

Italiano: 09.30 e 11.10 / Inglês: 9:55, 10:45 e 11:35 / Francês: 10:20 e 12:00

Valor:

Inteiro: € 20 / Meia: € 14

Site oficial: www.palazzoducale.visitmuve.it

Este post faz parte de uma ação conjunta/BLOGAGEM COLETIVA DA RBBV (Rede Brasileira de Blogueiros de Viagem). Veja aqui mais viagens inspirados pelo cinema e literatura:

Nativos do Mundo A Lisboa de Fernando Pessoa

Notícias da BotaItinerário do filme Inferno de Dan Brown

Tirando FériasPlaza de España: cenário de cinema em Sevilha

Coletivo de ViagemInspiração: Um ano na Provence
De Turista a viajanteO cinema, a literatura e as viagens
Bagagem de Memórias5 filmes que inspiram viagens
Apure Guria5 séries para viajar

Aqui tem mais lugares legais que conhecemos em Veneza:

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